Programação

  • Aula 04/04

    Primeira aula - resenha
    por Marcos Sorrentino - quinta, 4 abr 2019, 17:37
     

    Com a presença de 18 estudantes aconteceu o primeiro período de aulas da disciplinas Oficinas de Educação Superior - Letícia, Piracicaba, Técnica em Assuntos Educacionais,  mestranda (Garcia), Trabalho; Letícia, Tupã, bióloga, doutoranda (Pedro), Mudança;  Silvio, Aracaju, Eng. Florestal, doutorando (João), Prolixo; Pedro, Tubarão, biólogo, mestrando em desenvolvimento rural (Rosibely), Amigo; Anani Zanini, doutoranda (Ricardo), São Lourenço, Engenheira Florestal, família; Gabriel, eng. florestal,  doutorando melhoramento florestal (Paulo Henrique), Guaranésia, Aprender; Bruno, biólogo e engenheiro florestal, doutorando (Garcia), São Paulo, Criativo; Gláucia, Bebedouro, eng. florestal, doutoranda bioindicadores aquáticos (Silvio), Dedicada; Magda, Angatuba, tecnóloga em silvicultura, mestranda silvicultura (Paulo Henrique), Carinho; Taísi Bech Sorrini, São paulo, eng. agrônoma restauração, mestranda (Pedro), resiliência; Elias Costa, Natal, Eng. florestal, doutorando (Brito), Desafio; Isabela, Campinas, educadora e gestora ambiental, doutoranda (Marcos), Fé; Gabriela Santos, Maceió, bióloga, pesquisadora, doutoranda botânica (Bia), Diálogo; Amanda Lombardo Fruehauf, Rio Claro, agreocóloga, mestrado rec. floretais em agroecologia urbana (Paulo Peregrino), Persistência; Lukas Rodrigues Souza, São Bernardo do Campo, eng. ambiental, doutorando em restauração (Débora Rother), calma; Luã, Iracemápolis, eng. florestal, educador agreocológico (Flávio), Transformação; Kálita, Firminópolis, eng. florestal, doutoranda (João Batista), Luta; Barbara, São José dos Campos, bióloga, mestranda ecologia urbana (Demóstenes), Caminho. 

    Após a aula, recebi a visita de Kenia, justificando a sua ausência, por motivos de saúde e já retirando o livro que pretende ler e fichar durante a semana - Tendências pedagógicas na educação Escolar. Vieram também Silvio (Marcos Masseto), Kálita (Ensinagem); Taise (fiquei de enviar os 7 saberes necessários à educação do futuro, do Edgar Morin; Glaucia (Bordenave), Letícia (Paulo Freire); Anani (Didática em questão, Vera Candau); Barbara (Relatório Delors e/ou algo sobre arte educação). Amanda me informou que irá ler Rubens Alves. Enviarei o Zabalza e outras indicações para todos lerem.


    Durante a aula, além das apresentações individuais, fizemos algumas dinâmicas de grupo - do sentar em círculo/ferradura/formato oval, problematizando o sentido disto, até o conhecer-se melhor por meio do olhar atneto a diversas partes dos corpos que compartilham a mesma sala e a formação de duplas que se transformaram em círculos de diálogos.

    Depois cada estudante formulou, durante o intervalo, uma pergunta e em grupos chegaram à formulação de cinco perguntas coletivas, que esperamos ver respondidas ao longo do semestre, com a ajuda dos encontros Oficinas. São elas: 

    A educação superior etá boa? O que precisa melhorar? Qual é a efetividade das provas na formação de um indivíduo? Como melhorar a educação do país? Como fazer os alunos terem maior interesse pelas aulas? Como ser um educador bom e ao mesmo tempo feliz? Pq a maioria dos papéis envolvidos na educação, com alunos, professores, diretores, estão tão desmotivados? Quais são as barreiras que devem ser superadas para melhorar a educação? Qual o melhor sistema de avaliação? Como aplicar EA nas escolas? Como nós, futuros educadores, podemos superar as barreiras (valores, motivação, equidade) da educação? Como integras a dimensão do conteúdo/conhecimentos, com o desenvolvimneto de habilidades, atitudes e do pensamento crítico? Como promover o aprendizado numa turma heterogênea? É possível promover uma educaçào à distância em todas as áreas de estudo? Como educar nesses tempos tecnológicos? deve-se controlar o uso de tablets e smartphones? como adaptá-los ao ensino? O que fazer para transformar a educação em uma ferramenta acessível e igualitária? A educação tem papel de mudar padrões e transformar conceitos? aqueles de casa/dos pais? Coo desenvolver a didática na educação? Educação e conhecimento caminham juntos? O que fazer quando o aluno rejeita a metodologia do professor? Como trabalhar os valores e princípios (que se torne parte da ação) necessários à realização do diálogo (da forma profunda do conceito)? Como chamar a atenção dos alunos desinteressados? Como aplicar métodos avaliativos mais justos, já que os alunos são heterogêneos? Qual o papel da educação institucional dados eventos sociais cada vez mais voláteis (dinâmica social)? como trabalhar conteúdos matemáticos para alunos que não compreendem nem os conteúdos de ensino fundamental? Como trabalhar educação ambiental num contexto conteudista, no qual os temas são apenas para "PPC ver"? 

    Essas poderiam ser as questões de uma prova, caso optemos por fazer uma para avaliar o incremento de nossos conhecimentos ao longo das oficinas? Vamos pensar nisto!

    Na próxima aula ficamos de conhecer a biografia de cada um dos presentes, por meio de um cartaz, o fichamento de uma obra feita pelo estudante individualmente e tomar conhecimento de quem são os grupos e quais os temas a serem trabalhados ao longo do curso.

    Todos ficaram de se cadastrar no stoa e exercitar a sua utilização.

    O calendário das aulas ficou: 04, 11 e 25/04; 02, 09, 16, 23 e 30/05. sendo que as equipes se responsabilizarão pelos períodos de aulas dos dias 02, 09 e 16 de maio. A proposta detalhada de programa para a disciplina postarei no stoa ainda nesta semana, para sobre ela dialogarmos na próxima aula.

    Ao final, as avaliações em uma palavra foram todas positivas e de boas expectativas em relação ao processo de ensinagem que pretendemos vivenciar.


  • Aulas 11/04

    resenha inicial elaborada pelo professor: Com a presença de Luã, Isabela, Isabela, Alex, Silvio, Elias, Gabriel, Magda, Gabriela, Kalita, Anani, Patricia, Thaíse, kenia, Lucas, Lukas, Bruno, Glaucia, Pedro, Letícia, Letícia, realizamos um dia de aulas focado nas apresentações dos estudantes, em grupos e depois para toda a sala, sobre as leituras realizadas e as anotações autobiográficas. Após a socialização em grupos responderam as perguntas formuladas pelo professor sobre o que os aproximam e o que os distanciam em suas histórias de vida e sobre as características das propostas educadoras apresentadas - concepção de escola, educação, ensino e aprendizagem; utopias/distopias presentes nas obras; principais desafios educadores do século XXI; perguntas e afirmações que emergem com maior força a partir das leituras e diálogos no grupo.

    Finalizando a aula foram formados os seis grupos, feitas as indicações de leituras para os pxs 15 dias, tendo o livro O ensino universitário, de Zabalza como livro de leitura comum (para fichamento por grupos) por toda a sala e cada um teve a liberdade de escolher uma segunda leitura para fichamento individual.

    Tods presentes ficaram de avaliar a aula pelo stoa, respondendo 4 perguntas formuladas por Celestin Freinet: felicito? critico? pergunto? proponho? Todos ajudaram a arrumar a sala de aula no formato convencional para o px professor à utilizar e o lanche e a resenha da px aula serão de responsabilidade coletiva.

    Resenha da aula, a partir da leitura da resenha feita por Magda e complementando-a livremente e convidando todos os colegas a fazerem o mesmo. O original de Magda está em seu diário de bordo.

    Quarta-feira, 11 de abril de 19

    Aula 02

    Todos chegaram entusiasmados a aula para apresentar sua biografia. Mas tiveram que se limitar a colar na parede para que os demais pudessem visualizá-las no intervalo ou nos horários dos trabalhos em grupo. Podemos e devemo analisar as vantagens e desvantagens desse procedimento.

    A aula correu muito agradável, o professor iniciou com a resenha da aula anterior e nos presenteou com um vídeo, um texto de Rubem Alves chamado Escola da Ponte e uma entrevista: Tendências pedagógicas do desafio escolar. As leituras foram feitas de forma compartilhada, para o poema foi interessante, mas a entrevista por ser um pouco longa acabou por não ser tão proveitosa essa forma de leitura. A vontade de falar sobre o vídeo e trocar opiniões foi grande, ao menos para mim, mas o professor disse que presentes não se contestam. Mas poderiam ser problematizados e ser pretexto para um bom diálogo. A opção por deixar todas as problematizações para os diálogos ao final da aula, após as socializações das leituras e as conversas nos grupos, pode não ter sido a mais adequada, pois muita coisa vai ficando esquecida. Uma boa ideia seria deixar pelo menos 10 minutos para as questões mais emergentes, logo após cada provocação pedagógica e pedir para os estudantes anotarem as questões que gostariam de colocar na roda e que não conseguiram naquele momento, incentivando-os a trabalharem com elas nos grupos e trazerem amadurecidas para a sala. 

    Em seguida dividimos a sala em grupo. Nele compartilhamos nossa história de vida com o que relatamos em nossa biografia e outros pontos importantes. Discutimos o que cada uma/um leu durante a semana. O que lemos e o que nos chamou a atenção. Em seguida fomos convidados a responder algumas questões.

    1.       Quais eram nossas proximidades e distanciamentos? 

    2.       Definimos alguns conceitos. Por exemplo:

    Educação: Processo que constitui a base da formação do cidadão

    Escola: Espaço físico onde ocorre a troca ensino aprendizagem de maneira formal

    Ensino: Ato de ensinar de forma a criar possibilidades para a construção do conhecimento

    Aprendizagem: Conhecimento construído, reflexo da compreensão em conjunto.

                    Listamos os desafios da educação na atualidade. Por exemplo:

                    Desinteresse aluno – professor;

                    Manter-se motivado;

                    Incluir a tecnologia

                    Metodologia adequada;

                    Conseguir com que a aprendizagem se dê de forma significativa;

                    Oferecer uma educação para todos;

                    Cenário político atual.

    Apresentamos perguntas por nós formuladas a partir de nossas vivências e leituras. Por exemplo, a seguinte pergunta: “Como ter paixão pela educação no contexto atual? ”

    Essa pergunta gerou questionamentos em cada uma/um de nós e com base nas leituras um grupo afirmou: “Não é o processo de aprendizagem que precisa se adaptar ao ensino, mas o processo de ensino que tem que se adaptar ao aprendizado. ” Esse mesmo grupo expressou a utopia do educador em uma pirâmide onde a base é constituída pela educação: a trazida de casa somada a construída pela sociedade. No meio da pirâmide está o ensino e no topo a aprendizagem sendo que o centro e o topo da pirâmide permanecem em fluxo constante. A pirâmide representa a escola.

    As respostas de cada grupo foram escritas em cartaz e apresentadas no período da tarde para toda a sala, o que abriu para muitas discussões e sugestões de algumas leituras extras.

    O professor trouxe lanche para os intervalos da manhã e da tarde e as partilhas nesse momento de pausa foram também enriquecedoras e está permitindo conhecer melhor os colegas.

    Como tarefa, ficamos encarregados de dividir entre nossos grupos de trabalho os capítulos do livro de leitura essencial: O ensino universitário seu cenário e seus protagonistas do autor Miguel A. Zabalza.

    Como presente de Magda, pós aula, reproduzo o último parágrafo de seu diário de bordo:

    Durante a semana navegando a esmo pelo twitter, encontrei um link em uma página que sigo, achei interessante e gostaria de compartilhar:

     

    Quando há amor na forma de ensinar, o aluno aprende mais facilmente qualquer conteúdo”
    – Claudio Naranjo

    Não conheço Claudio Naranjo, mas considero interessante a leitura, segue o link

    https://www.revistaprosaversoearte.com/a-educacao-e-a-unica-forma-de-mudar-o-mundo-diz-psiquiatra-chileno-claudio-naranjo/


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