Resultados da busca: 71
- Docente: Sylvia Lia Grespan Neves
- Docente: Sylvia Lia Grespan Neves
- Docente: Sylvia Lia Grespan Neves
- Docente: Corina de Albuquerque e Silva
Gerais: Compreender fundamentos teóricos do campo da Educação Especial, Educação de Surdos e desenvolver noções básicas de Língua Brasileira de Sinais, que colaborem na formação inicial de professores das diferentes áreas do conhecimento, para atuação nos processos de ensino e aprendizagem nos anos finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio. Específicos: - Compreender os conceitos historicamente construídos sobre educação especial, educação inclusiva e pessoas com deficiência bem como suas implicações atuais para a prática pedagógica. - Compreender as políticas educacionais e as legislações voltadas para a educação especial brasileira em seus contextos históricos. - Discutir e diferenciar os papéis dos professores regentes, professores especialistas no campo da educação especial, intérpretes de Libras e demais profissionais envolvidos no processo de inclusão escolar. - Compreender fundamentos das diferentes abordagens da educação de surdos, nas suas dimensões: histórica, social, cultural, educacional e linguística. - Compreender os fundamentos da educação bilíngue de surdos e da língua brasileira de sinais (Libras). - Desenvolver noções básicas de Língua Brasileira de Sinais (Libras) conforme Decreto n° 5.626/2005.
- Docente: Sylvia Lia Grespan Neves
- Docente: Sylvia Lia Grespan Neves
- Docente: Sylvia Lia Grespan Neves
- Docente: Luiz Renato Martins da Rocha

- Docente: Luiz Renato Martins da Rocha

- Docente Avançado, Docente: Luiz Renato Martins da Rocha

- Docente Avançado, Docente: Luiz Renato Martins da Rocha
- Docente: Sylvia Lia Grespan Neves
A disciplina discute a educação dos surdos em sua história e conforme prevista, atualmente, pelo Decreto nº 5.626/05 e pela Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Ao apontar as contradições presentes nos dois documentos, apresenta o conceito de educação bilíngue para surdos e os profissionais envolvidos para a implementação de tal modelo educacional. Objetiva ainda o ensino prático da Língua Brasileira de Sinais (Libras) com foco em seus aspectos gramaticais e discursivos.
- Docente: Raissa Siqueira Tostes
- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
Ao final da disciplina de Imagem IV (Correção de cor e Finalização Audiovisual), os discentes deverão ser capazes de: • Compreender o fluxo de trabalho, os recursos e as metodologias para a correção de cor e finalização de um trabalho audiovisual. • Reconhecer as diferentes etapas da finalização digital de um filme: conformação, correção de cor, masterização. • Compreender a importância da correção de cor para o trabalho de direção de fotografia. • Entender de que modo a correção de cor pode participar da elaboração de um projeto visual. • Explorar as possibilidades de tratamento da imagem na pós-produção digital. • Compreender os conceitos básicos de tratamento da imagem, como contraste (lift, gamma, gain), cor, saturação, look up table (L.U.T.). • Reconhecer e aplicar as normas técnicas específicas (de janelas, versões e formatos) para as entregas finais (deliveries) de um projeto. • Compreender os diferentes conceitos teóricos relacionados à cor: funcionamento da visão humana; síntese aditiva e subtrativa de cores; harmonias cromáticas (de cores análogas, complementares etc.); os espaços de cor (gamut). • Compreender como a instabilidade da visão humana influencia o trabalho de correção de cor. • Identificar os diferentes recursos de acessibilidade empregados no mercado audiovisual, como closed captioning, janela de libras, audiodescrição. • Realizar a correção de cor e finalização de um projeto audiovisual.
- Docente: Antoine Nicolas Gonod D´Artemare
- Docente: Ana Paula Zerbato
- Docente: Karina Soledad Maldonado Molina
- Docente: Leliane Aparecida Castro Rocha
- Docente: Karina Soledad Maldonado Molina
- Docente: Leliane Aparecida Castro Rocha
- Docente: Leliane Aparecida Castro Rocha
- Docente: Leliane Aparecida Castro Rocha
- Docente: Corina de Albuquerque e Silva
- Docente: Sylvia Lia Grespan Neves
- Docente: Karina Soledad Maldonado Molina

- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
- Docente: Renata Lucia Moreira

A disciplina objetiva apresentar aos estudantes os aspectos fundamentais da Língua de Sinais Brasileira (Libras). São relacionados temas sobre a comunidade surda e as questões sociais e educacionais que a envolvem, inclusive com vistas à atuação do futuro professor em sala de aula. Com a apresentação dos conteúdos, promovem-se as condições e direcionamentos para que os alunos se aprofundem nessas questões.
- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
A disciplina objetiva apresentar aos estudantes os aspectos fundamentais da Língua de Sinais Brasileira (Libras). São relacionados temas sobre a comunidade surda e as questões sociais e educacionais que a envolvem, inclusive com vistas à atuação do futuro professor em sala de aula. Com a apresentação dos conteúdos, promovem-se as condições e direcionamentos para que os alunos se aprofundem nessas questões.
- Docente: Beatriz Raposo de Medeiros
- Docente: Felipe Venâncio Barbosa

- Docente: Beatriz Raposo de Medeiros
- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
- Docente Avançado, Docente: Renata Lucia Moreira
- Docente: Daniel de Oliveira Pires
- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
- Docente: Fernando Vinicius Barbosa dos Santos
- Docente: Bruna Rodrigues da Silva Neres
- Docente: Daniel de Oliveira Pires
- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
- Docente: Renata Lucia Moreira
- Docente Avançado: Renata Lucia Moreira
- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
- Docente Avançado: Felipe Venâncio Barbosa
- Docente Avançado: Felipe Venâncio Barbosa
- Docente Avançado: Felipe Venâncio Barbosa
- Docente: Fernanda de Araujo Machado
A disciplina FLL1024 tem como objetivo apresentar os aspectos fundamentais da Língua de Sinais Brasileira (Libras) e, neste ensejo, aborda temas relacionados à comunidade surda e as questões sociais e educacionais que a envolvem. Com a apresentação dos conteúdos pretende-se promover condições e direcionamento para que os alunos se aprofundem na temática. A parte prática da disciplina consiste no ensino da Libras e oferece ao aluno noções básicas de comunicação no contexto de situações vivenciadas por professores e alunos no dia-a-dia de uma escola.
- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
A disciplina FLL1024 tem como objetivo apresentar os aspectos fundamentais da Língua de Sinais Brasileira (Libras) e, neste ensejo, aborda temas relacionados à comunidade surda e as questões sociais e educacionais que a envolvem. Com a apresentação dos conteúdos pretende-se promover condições e direcionamento para que os alunos se aprofundem na temática. A parte prática da disciplina consiste no ensino da Libras e oferece ao aluno noções básicas de comunicação no contexto de situações vivenciadas por professores e alunos no dia-a-dia de uma escola.
- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
A disciplina FLL1024 tem como
objetivo apresentar os aspectos fundamentais da Língua de Sinais
Brasileira (Libras) e, neste ensejo, aborda temas relacionados à
comunidade surda e as questões sociais e educacionais que a envolvem.
Com a apresentação dos conteúdos pretende-se promover condições e
direcionamento para que os alunos se aprofundem na temática. A parte
prática da disciplina consiste no ensino da Libras e oferece ao aluno
noções básicas de comunicação no contexto de situações vivenciadas por
professores e alunos no dia-a-dia de uma escola.
- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
A disciplina FLL1024 tem como objetivo apresentar os aspectos fundamentais da Língua de Sinais Brasileira (Libras) e, neste ensejo, aborda temas relacionados à comunidade surda e as questões sociais e educacionais que a envolvem. Com a apresentação dos conteúdos pretende-se promover condições e direcionamento para que os alunos se aprofundem na temática. A parte prática da disciplina consiste no ensino da Libras e oferece ao aluno noções básicas de comunicação no contexto de situações vivenciadas por professores e alunos no dia-a-dia de uma escola.
- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
- Docente: Renata Lucia Moreira

A disciplina FLL1024 tem como
objetivo apresentar os aspectos fundamentais da Língua de Sinais
Brasileira (Libras) e, neste ensejo, aborda temas relacionados à
comunidade surda e as questões sociais e educacionais que a envolvem.
Com a apresentação dos conteúdos pretende-se promover condições e
direcionamento para que os alunos se aprofundem na temática. A parte
prática da disciplina consiste no ensino da Libras e oferece ao aluno
noções básicas de comunicação no contexto de situações vivenciadas por
professores e alunos no dia-a-dia de uma escola.
- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
- Docente: Renata Lucia Moreira

A disciplina FLL1024 tem como
objetivo apresentar os aspectos fundamentais da Língua de Sinais
Brasileira (Libras) e, neste ensejo, aborda temas relacionados à
comunidade surda e as questões sociais e educacionais que a envolvem.
Com a apresentação dos conteúdos pretende-se promover condições e
direcionamento para que os alunos se aprofundem na temática. A parte
prática da disciplina consiste no ensino da Libras e oferece ao aluno
noções básicas de comunicação no contexto de situações vivenciadas por
professores e alunos no dia-a-dia de uma escola.
- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
- Docente: Renata Lucia Moreira

A disciplina FLL1024 tem como objetivo apresentar os aspectos fundamentais da Língua de Sinais Brasileira (Libras) e, neste ensejo, aborda temas relacionados à comunidade surda e as questões sociais e educacionais que a envolvem. Com a apresentação dos conteúdos pretende-se promover condições e direcionamento para que os alunos se aprofundem na temática. A parte prática da disciplina consiste no ensino da Libras e oferece ao aluno noções básicas de comunicação no contexto de situações vivenciadas por professores e alunos no dia-a-dia de uma escola.
- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
- Docente: Renata Lucia Moreira
A disciplina tem o objetivo de apresentar aos estudantes de graduação uma discussão introdutória sobre aspectos da estrutura e do uso da Língua de Sinais Brasileira (Libras) e sobre as comunidades surdas. Abordando temas linguísticos, sociais e educacionais que a envolvem a pessoa Surda, serão propostas direções no sentido de promoção de condições para o aprofundamento do conhecimento na área, incluindo as questões relacionadas à inclusive com vistas à atuação do futuro professor em sala de aula.
- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
- Docente: Fernanda de Araujo Machado
- Docente: Fernanda de Araujo Machado
- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
- Docente: Fernanda de Araujo Machado
- Docente: Fernanda de Araujo Machado

- Docente: Felipe Venâncio Barbosa
- Docente: Karina Soledad Maldonado Molina
Discutir os marcos legais e históricos da Educação de Surdos; a importância da Libras para o desenvolvimento e aprendizagem das pessoas surdas. Propiciar aos estudantes conhecimentos básicos da Libras quanto aos aspectos discursivos e gramaticais.
- Docente: Karina Soledad Maldonado Molina
- Docente: Karina Soledad Maldonado Molina
- Docente: Karina Soledad Maldonado Molina
- Docente: Karina Soledad Maldonado Molina
- Docente: Karina Soledad Maldonado Molina
- Docente: Karina Soledad Maldonado Molina
- Docente: Karina Soledad Maldonado Molina
- Docente: Taitiâny Karita Bonzanini Minetto
- Docente: Karina Soledad Maldonado Molina
Programa Resumido
- Fundamentos e marcos legais para a educação especial.
- Práticas pedagógicas no atendimento a alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.
- Educação de Surdos e Libras.
Obs. Este ambiente de apoio é para as turmas 207 (alunos da EERP) e 208 (alunos da ESALQ)
- Docente: Karina Soledad Maldonado Molina
- Docente: Karina Soledad Maldonado Molina
- Docente Avançado, Docente: Ana Claudia Balieiro Lodi
- Docente Avançado, Docente: Ana Claudia Balieiro Lodi
- Docente Avançado: Patricia Pupin Mandra
- Docente Avançado: Ana Claudia Balieiro Lodi
- Docente Avançado: Patricia Pupin Mandra
- Docente Avançado, Docente: Ana Claudia Balieiro Lodi
- Docente Avançado: Sthella Zanchetta
- Docente Avançado, Docente: Ana Claudia Balieiro Lodi
1. QUAIS são os PRINCÍPIOS e VALORES da Disciplina para Desenvolvimento de Competências do Egresso do Curso?
1.Humanização do Aprendizado, 2. Alcance Social do Ensino-Aprendizagem, 3. Aprendizagem baseado em Problemas, 4. Mérito.
MISSÃO: Transformar a relação “professor-estagiário-aluno” em “ambiente de aprendizagem profissional entre pares de engenharias, isto é uma relação de "futuro Egresso (aluno) - jovem Profissional (estagiário) - Profissional Sênior (professor)".
VISÃO: Avaliação equilibrada das habilidades, conteúdos e atitudes promovidas na disciplina para as competências do Egresso do Curso.
2. QUAIS SÃO OS CONTEXTOS OBRIGATÓRIOS DA DISCIPLINA?
Linha 1: Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia: https://www.in.gov.br/web/dou/-/resoluÇÃo-nº-2-de-24-de-abril-de-2019-85344528
Linha 2: Regulamenta títulos, atividades, competências e campos de atuação profissionais no Sistema CONFEA/CREA Resol 1073/2016 : https://normativos.confea.org.br/ementas/visualiza.asp?idEmenta=59111&idTiposEmentas=5&Numero=1073&AnoIni=&AnoFim=&PalavraChave=&buscarem=conteudo&vigente=
Linha 3: Projeto Acadêmico da EESC: https://eesc.usp.br/docs/institucional/eesc_projeto_academico_2019-2023.pdf
Linha 4: Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Ambiental da EESC-USP (versão 2021): http://www5.eesc.usp.br/coc-ambiental/files/PPP%20-%20Ambiental%20-%20atualizacao%20-%202020%20-%20inclusao%20AACs_revisaoCG.pdf
Linha 5: Currículo de Engenharia Ambiental da EESC-USP: https://uspdigital.usp.br/jupiterweb/listarGradeCurricular?codcg=18&codcur=18030&codhab=0&tipo=N
3. COMO A DISCIPLINA CONTRIBUI PARA O DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS DO EGRESSO?
Conforme Taxonomia de Bloom por HABILIDADES, CONTEÚDOS e ATITUDES (ver Material Anexo).
4. QUAIS HABILIDADES O FUTURO EGRESSO PRECISA DESENVOLVER NA DISCIPLINA?
HABILIDADES ( "ações que a disciplina promove como atividades aos futuros Egressos , p.ex. em enunciados de trabalhos, seminários, avaliações"; esta lista é um grupo mínimo e poderão ser usadas outras habilidades quando Estagiários e Professor entenderem necessários para a formação do Egresso; ver Arquivo ANEXO):
- MEMORIZAR ("Reconhecer" e "Identificar") conceitos aprendidos em disciplinas pré-requisitos, evitando sua repetição. Para a SHS360 o disciplina pré-requisito é SHS359-Hidrologia, que por sua vez tem cinco pré-requisitos: SHS350-Poluição Ambiental I; SHS352-Balanços de Massa e de Energia; SHS356-Fenômenos de Transporte I; SME-320 Estatística I; SME-334 Computação Numérica e Simulações para Engenharia Ambiental II;
- COMPREENDER ("Esquematizar", "Relacionar", "Explicar");
- APLICAR ("Utilizar", "Implementar", "Modificar", "Experimentar", "Calcular");
- ANALISAR ("Resolver", "Categorizar", "Diferenciar", "Comparar", "Explicar", "Integrar", "Investigar");
- AVALIAR ("Defender", "Delimitar", "Estimar", "Selecionar", "Justificar", "Comparar", "Explicar");
- CRIAR ("Elaborar", "Desenhar", "Produzir", "Prototipar", "Traçar", "Idear", "Inventar").
5. QUAIS SÃO OS CONTEÚDOS QUE O EGRESSO COMPARTILHA NA DISCIPLINA?
CONTEÚDOS disponibilizados no Sistema JúpiterWEB/USP: https://uspdigital.usp.br/jupiterweb/obterDisciplina?nomdis=&sgldis=SHS0360 por Objetivos, Programa e Blocos Temáticos.
Objetivos:
Mostrar ao aluno o rio no seu funcionamento natural e a intervenção antrópica visando o uso da água. Mostrar ao aluno os usos dos recursos hídricos, suas demandas e suas limitações. Desenvolver junto ao aluno os procedimentos quantitativos relativos ás técnicas de formação de reservatórios e da implantação dos diversos usos da água, consuntivos ou não, apontando decorrentes impactos socioeconômicos e ambientais.
Programa Resumido de Conteúdos:
O rio em Regime Natural. Barragens e Reservatórios. Usos da água demandados para o interesse humano e Panorama Geral da Engenharia dos Recursos Hídricos. Impactos Ambientais dos Usos da Água. Gestão dos Recursos Hídricos.
Blocos Temáticos de Conteúdos:
I. Rios Urbanos: intervenção antrópica, usos e medidas mitigadoras profissionais de engenharia ambiental. Ecohidrologia. Hidráulica Ambiental. Renaturalização. Soluções Baseadas na Natureza. Projetos. Orçamentos. Legislação. Exemplos Práticos. (“O rio em Regime Natural e Impactado”)
II. Segurança de Barragens - Sustentabilidade e Segurança hídrica, energética, alimentar. Infraestrutura hídrica sob Cenários de Mudanças.Projetos. Orçamentos. Legislação. Exemplos Práticos. ("Barragens e Reservatórios. Usos da água demandados para o interesse humano”)
III. Dimensionamento, manutenção e operação de medidas mitigadoras de engenharia ambiental. Medidas Compensatórias. Desenvolvimento de Baixo Impacto (LID/SUDS/WSUD/BMPs/). Projetos. Orçamentos. Legislação. Exemplos Práticos. ("Impactos Ambientais dos Usos da Água. Gestão dos Recursos Hídricos”).
6. QUAIS SÃO OS OBJETIVOS ESPECÍFICOS POR COMPETÊNCIAS QUE O EGRESSO COMPARTILHA ATENDENDO À CNE-MEC-DCN-2019?
- Reconhecer e identificar problemas de recursos hídricos sob funcionamento natural e impactado em necessidades interdisciplinares de usuários, possibilitando soluções técnicas diversas com aprendizagem contínua e autônoma
- Compreender procedimentos quantitativos de estimativa de oferta, superficial, subterrânea e pluvial, e demandas, consuntivas e não-consuntivas, considerando sólidos fundamentos da teoria e com ciência aberta
- Aplicar cálculos determinísticos e probabilísticos para recuperação de ambientes fluviais, com segurança hídrica sustentável e técnicas compensatórias a impactos, empreendendo atuação profissional original e com ciência cidadã
- Analisar a sustentabilidade e resiliência dos usos múltiplos da água, com foco no nexo ‘abastecimento-energia-alimentos-ecossistemas’ adaptado à não-estacionariedade das mudanças globais, promovendo práxis de soluções baseadas em maturidade e equilíbrio profissional
- Avaliar medidas estruturais e não estruturais para eficiência e viabilidade de projetos de engenharia ambiental gerenciando soluções de gestão de recursos hídricos com habilidade empírica própria frente aos grandes desafios globais
- Formular e conceber soluções sustentáveis, resilientes e inovadoras, úteis para estágios supervisionados e de trabalhos de conclusão de curso (TG), compreendendo as demandas dos usuários da engenharia ambiental e priorizando o espírito criativo, inovador e empreendedor
7. QUAIS SÃO AS ATITUDES QUE O EGRESSO AVALIA JUNTO À DISCIPLINA?
ATITUDES são elementos que dão peso às notas parciais em todas as atividades do Egresso na Disciplina:
- APRENDIZAGEM (relacionado com MEMORIZAR("Reconhecer" e "Identificar");
- TEORIA (relacionada com COMPREENDER ("Esquematizar", "Relacionar", "Explicar"));
- ORIGINALIDADE (relacionada com APLICAR ("Utilizar", "Implementar", "Modificar", "Experimentar", "Calcular"));
- PRÁXIS ou PRÁTICA (relacionada com ANALISAR ("Resolver", "Categorizar", "Diferenciar", "Comparar", "Explicar", "Integrar", "Investigar"));
- EMPIRISMO (relacionado com AVALIAR ("Defender", "Delimitar", "Estimar", "Selecionar", "Justificar", "Comparar", "Explicar"));
- CRIATIVIDADE (relacionado com CRIAR ("Elaborar", "Desenhar", "Produzir", "Prototipar", "Traçar", "Idear", "Inventar")).
8. QUAIS FORMAS DE AVALIAÇÃO POR COMPETÊNCIAS DO FUTURO EGRESSO NA DISCIPLINA?
FORMAS DE AVALIAÇÃO:
Equilíbrio de habilidades, conteúdos e atitudes existentes na produção do aluno, seja via grupo e/ou individual.
ITENS GERAIS DE AVALIAÇÃO:
Pesos às atitudes escolhidas da Tabela de Bloom identificadas e sintetizadas como: “Aprendizagem”, “Teoria”, “Originalidade”, “Práxis”, “Empirismo”, “Criatividade"
FORMATO DE MATERIAL AVALIADO:
Escrito e audiovisual veiculado de forma digital ou impresso.
MATERIAL DE AVALIAÇÃO:
Relatórios: Média aritmética (entre 0 e 10) das avaliações por competências dos relatórios de todos os enunciados de problemas produzidos originalmente por Alunos e Supervisionados por Professor e Estagiários; Carga: 10 listas semanais.
Seminários: Média aritmética (entre 0 e 10) das avaliações por competências de todos os Seminários Originais por Alunos sobre conteúdo supervisionado por Professor e Estagiários; Carga: 3 seminários (1 por cada bloco temático).
AvaliaçãoDisciplina : Nota Máxima (10) ao completar Autoavaliação da Disciplina, de forma individual, anônima e independente. Somente para aluno que cumpriu atividades anteriores e com entregas em dia
9. COMO É FEITO O CÁLCULO DO CONCEITO FINAL DO FUTURO EGRESSO NA DISCIPLINA?
CONCEITO FINAL (MF) = 0,5 .Relatórios + 0,45 . Seminários + 0,05 .AvaliaçãoDisciplina
Resultado: "Aprovado" se MF >= 5 (cinco).
Resoluções de problemas e/ou trabalhos, seminários e/ou avaliação não realizados ou não entregues pelo futuro Egresso em prazos definidos pelo Professor e/ou Estagiários terão nota “0”.
10. COMO É FEITO O CÁLCULO DA FREQUENCIA FINAL DO FUTURO EGRESSO NA DISCIPLINA?
Considerando a Portaria GR no. 145, de 31/01/2022, se o futuro Egresso atender com um mínimo de 75 % de frequencia de atividades obrigatórias de carga didática no semestre, ele(a) não será reprovado por falta. Ainda assim, novas diretrizes poderão ser implementadas considerando a CoC Ambiental, a CG/EESC, a PrG/USP e/ou Reitoria.
10. COMO O FUTURO EGRESSO PODE RECUPERAR CONCEITOS NA DISCIPLINA?
Prova Substitutiva: Antes de finalizar o semestre haverá prova substitutiva: (a) de caráter voluntário, (b) de resolução individual, (c) exclusivamente para aluno que tenha realizado 95% das atividades obrigatórias, e (d) somente com vistas à substituição da Média Aritmética dos Relatórios, atribuindo nova substitutiva, que avalia todos os conteúdos da disciplina.
Prova de recuperação: Os alunos terão direito ao regime de recuperação definido pela USP desde que MF>= 3,0. Em data marcada haverá Prova de Recuperação, extensiva, visando TODA a matéria. Para aprovar, ConceitoProva >= 5,0.
11. QUAIS SÃO OS ASPECTOS PEDAGÓGICOS QUE A DISCIPLINA COMPARTILHA COM O FUTURO EGRESSO?Metodologia Pedagógica: Originalidade, Criatividade e Aprendizado baseado em Problemas, via Prática, Empirismo e Teoria (PBL“Problem-based Learning”/PET), que atendam à Resol.CREA 1073/2016 http://normativos.confea.org.br/ementas/visualiza.asp?idEmenta=59111, com estratégias de apoio da Rede Brasileira de Aprendizagem Criativa (https://aprendizagemcriativa.org/), de ciência-cidadã e princípios F.A.I.R. de gestão de dados da USP-PróReitoria de Graduação - Academia-Comunidade-WOW! Waters for Our World (https://prg.usp.br/academia-comunidade-wow-waters-for-our-world/), e metodologias ativas ’S.T.E.A.M.-Science, Technology, Engineering, Arts, Maths’, e apoio pedagógico e de popularização via Cátedra UNESCO de Águas/USP ( ).
Inovações Pedagógicas :
a) momentos exclusivos de tutoria “aluno-estagiário-professor", organizados no semestre, valendo fração da nota;
b) co-criação de material original do aluno, em mídias sociais, abertos à comunidade, valendo fração da nota;
c) seminários internos síncronos, com abordagem de resolução de problemas escolhidos da ementa, valendo fração de nota.
Bibliografia de Apoio Pedagógico e de Gestão de Dados:
Teixeira, T, Rocha Brando, F; vídeos de recursos hídricos em linguagem de LIBRAS, 1- Água em Libras: , 2- Bacia Hidrográfica em Libras: , 3: Mata ciliar em Libras: , 4- Água que não se vê em Libras: , 5- Contaminação das águas em Libras: , 6- Gestão compartilhada das águas em Libras: .
Seminário Gestão de Dados e Boas Práticas,
Ciência Aberta e Gestão de Dados. Iniciativas USP e FAPESP,
I ENCONTRO CIÊNCIA ABERTA PRP/USP,
II ENCONTRO CIÊNCIA ABERTA PRP/USP,
12. ONDE SÃO ENTREGUES OS TRABALHOS DOS FUTUROS EGRESSOS NESTA DISCIPLINA?
Preferencialmente via E-disciplinas, em espaço definido pelos responsáveis (Professor e Estagiários). Outras formas de entrega de trabalho poderão ser recomendadas, a critérios do Professor e/ou Estagiários.
13. HÁ ACERVO FÍSICO E DIGITAL DE LIVROS DE APOIO?
Acervo físico e digital de livros
Bibliografia base:
- UNESCO, World Water Assessment Program Series - http://www.unesco.org/new/en/natural-sciences/environment/water/wwap/about/
- Hidrologia para Engenharia e Ciências Ambientais, ABRHidro - W. Collischonn & F. Dornelles (*disponível em internet)
- Engenharia Ambiental - Elsevier. Org. M C Calijuri e D F G Cunha
- Engenharia de Recursos Hídricos – Ray K. Linsley & Joseph B. Franzini
- Hidrologia para Engenharia e Ciências Ambientais – W. Collischonn & F. Dornelles
- Hidrologia Ciência e Aplicação – Carlos E. M. Tucci
- Hidráulica Básica – Rodrigo de Melo Porto
- Exercícios de Hidráulica Básica – Rodrigo de Melo Porto
- Hidrologia e Recursos Hídricos – Antonio Marozzi Righetto
- Manual de Avaliação da Pegada Hídrica: Estabelecendo o Padrão Global – Arjen Y. Hoekstra et al.
- Geomorfologia Fluvial – Antonio Christofoletti
- Hidrometria Aplicada – Irani dos Santos et al.
- Caracterização Quali-Quantitativa da Produção de Sedimentos – E M. C. D. Paiva & J B D. Paiva
Bibliografia de apoio:
- Modelagem de Sistemas Ambientais – Antonio Christofoletti
- Fundamentos de Fenômeno de Transporte para Estudantes de Engenharia – Marcius F. Giorgetti
- Modelos Hidrológicos – Carlos E. M. Tucci
- Drenagem Urbana e Controle de Enchentes – Aluísio Pardo Canholi
- Poluição Difusa – Plínio Tomaz
- Statistical Methods in Hydrology – Charles T. Haan
- Drenagem Urbana: Manual de Projeto – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB)
- Drenagem Urbana - Carlos E. M. Tucci, Rubem La Laina Porto & Mário T. de Barros
- Impactos Ambientais Urbanos no Brasil – Antonio José T. Guerra & Sandra B. Cunha
- Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil: Informe 2014 – Agência Nacional de Águas (ANA)
- Atlas Brasileiro de Energia Solar – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
- Revisão das Séries de Vazões Naturais nas Principais Bacias do SIN: Relatório Executivo – Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)
- Economia Ambiental: Aplicações, Políticas e Teoria – Janet M. Thomas & Scott J. Callan
- Modelos para Gerenciamento de Recursos Hídricos – Flávio Terra Barth et al.
- Técnicas Quantitativas para o Gerenciamento de Recursos Hídricos – Rubem La Laina Porto et al.
14. COMO PARTICIPAR DE ATIVIDADES PRÁTICAS?
Considerando o atual processo gradativo de retomada de aulas presenciais e de distanciamento individual para fins de prevenção de síndromes respiratórias agudas, os alunos serão previamente distribuídos em grupos menores para participação de aulas teóricas e de atividades ao ar livre com as devidas orientações de Professores e Estagiários. Estas atividades estão acompanhadas de: (1) Planejamento, (2) Questionário Individual Obrigatório e (3) Termos e Condições, com ciência e aceitação individual de cada futuro Egresso cursando esta disciplina. Estes documentos são veiculados separadamente.
- Docente: Eduardo Mario Mendiondo
1. QUAIS são os PRINCÍPIOS e VALORES da Disciplina para Desenvolvimento de Competências do Egresso do PPGSHS?
1.Humanização do Aprendizado, 2. Alcance Social do Ensino-Aprendizagem, 3. Aprendizagem baseado em Problemas, 4. Mérito.
MISSÃO: Transformar a relação “professor-estagiário-aluno” em “ambiente de aprendizagem profissional entre pares de engenharias, isto é uma relação de "futuro Egresso (aluno) - jovem Profissional (estagiário) - Profissional Sênior (professor)".
VISÃO: Avaliação equilibrada das habilidades, conteúdos e atitudes promovidas na disciplina para as competências do Egresso do Curso.
2. QUAIS SÃO OS CONTEXTOS OBRIGATÓRIOS DA DISCIPLINA?
Linha 1: Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia: https://www.in.gov.br/web/dou/-/resoluÇÃo-nº-2-de-24-de-abril-de-2019-85344528
Linha 2: Regulamenta títulos, atividades, competências e campos de atuação profissionais no Sistema CONFEA/CREA Resol 1073/2016 : https://normativos.confea.org.br/ementas/visualiza.asp?idEmenta=59111&idTiposEmentas=5&Numero=1073&AnoIni=&AnoFim=&PalavraChave=&buscarem=conteudo&vigente=
Linha 3: Projeto Acadêmico da EESC: https://eesc.usp.br/docs/institucional/eesc_projeto_academico_2019-2023.pdf
Linha 4: Documento de Áreas de Engenharias I da CAPES: buscar
3. COMO A DISCIPLINA CONTRIBUI PARA O DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS DO EGRESSO?
Conforme Taxonomia de Bloom por HABILIDADES, CONTEÚDOS e ATITUDES (ver Material Anexo).
4. QUAIS HABILIDADES O FUTURO EGRESSO PRECISA DESENVOLVER NA DISCIPLINA?
HABILIDADES ( "ações que a disciplina promove como atividades aos futuros Egressos , p.ex. em enunciados de trabalhos, seminários, avaliações"; esta lista é um grupo mínimo e poderão ser usadas outras habilidades quando Estagiários e Professor entenderem necessários para a formação do Egresso; ver Arquivo ANEXO):
- MEMORIZAR ("Reconhecer" e "Identificar") conceitos aprendidos em disciplinas pré-requisitos, evitando sua repetição.
- COMPREENDER ("Esquematizar", "Relacionar", "Explicar");
- APLICAR ("Utilizar", "Implementar", "Modificar", "Experimentar", "Calcular");
- ANALISAR ("Resolver", "Categorizar", "Diferenciar", "Comparar", "Explicar", "Integrar", "Investigar");
- AVALIAR ("Defender", "Delimitar", "Estimar", "Selecionar", "Justificar", "Comparar", "Explicar");
- CRIAR ("Elaborar", "Desenhar", "Produzir", "Prototipar", "Traçar", "Idear", "Inventar").
5. QUAIS SÃO OS CONTEÚDOS QUE O EGRESSO COMPARTILHA NA DISCIPLINA?
CONTEÚDOS disponibilizados no Sistema, https://uspdigital.usp.br/janus/componente/disciplinasOferecidasInicial.jsf?action=3&sgldis=SHS5890
Objetivos:
Apresentar um tratamento unificado de assuntos à Engenharia de Recursos Hídricos. Busca-se fundamentar os métodos quantitativos em leis básicas para permitir ao aluno identificar as suposições e limitações de técnicas quantitativas de largo uso.
Justificativa:
O Programa de Pós-Graduação em Hidráulica e Saneamento admite alunos de formações diversas, além da engenharia civil, que tiveram com pouco contato com disciplinas ligadas aos recursos hídricos. Mesmo os formados de engenharia civil obtém uma visão não-integrada dos conhecimentos a respeito de recursos hídricos. Grandes contribuições de últimas décadas mostram que as técnicas de hidráulica e hidrologia são baseadas em mesmas leis da física. Os avanços em técnicas numéricas e na informática permitem resolução de problemas de engenharia de recursos hídricos num contexto unificado.
Conteúdo:
Teorema de Reynolds. Estática dos fluídos. Dinâmica Elementar dos fluídos. Cinemática dos fluídos. Análise com volumes de controle. Escoamento viscoso em condutos. Escoamento em dutos sob pressão. Perda de carga. Escoamento em canais abertos. Escoamento não permanente em dutos sob pressão. Escoamento gradualmente variado. Vertedores. Ressalto hidráulico. Princípios de água atmosférica. Evaporação. Transpiração. Precipitação. Elementos de água sub-superficial e subterrânea. Infiltração. Transformações hidrológicas. Modelos de simulação. Transformação chuva-vazão. Métodos de Isócronas. Hidrograma unitário. Modelos conceituais. Modelos hidrodinâmicos de escoamento. Equações de Saint-Venant. Ondas de difusão e cinemáticas. Propagação de vazões. Análise de dados observados. Elementos de estatística hidrológica. Distribuições de probabilidades. Momentos e análise de freqüência. Exemplos de casos de estudo.
Bibliografia:
ABRH, Modelos para Gerenciamento de Recursos Hídricos, ABRH / UFRJ, 1987. ABRH, Engenharia Hidrológica, Nobel/ABRH, 1989. ADAMS, B., PAPA, F., Urban stormwater management planning, John Wiley & Sons, New York, 2000; BRAS, Rafael L. and RODRÍGUES-ITURBE, Ignacio. Random Functions and Hydrology, 1985. CHIN, D. A., Water resources engineering, Prentice Hall, New Jersey, 2000; CHOW, V.T.; Maidment, D.R.; Mays, L.W. Handbook of Applied Hydrology, McGrow Hill, New York, 1998. CLARKE, R. T., Stochastic processes for water scientists, Wiley, New York, 1998; FEHER, C.W. Applied Hydrogeology, Prentice-Hall, Eng. Lewood Cliffes, N.J., 1994. LINSLEY, R.K.; FRANZINI, J.B. Water Resources Engineering, McGraw-Hill, 1979. MAYS, L., Water resources engineering, McGraw Hill, 2002; MUNSON, B., YOUNG, D.F., OKIISHI, T.H., Fundamentos da mecânica dos fluídos, Ed. Blucher Ed., SP, 1994; PONCE, V.M. Engineering Hydrology, Prentice-Hall, Eng. Lewood Cliffes, N.J., 1989. PORTO, R.M. – Hidráulica Básica – 4ª ed. EESC.2006. RIGHETTO; A.M. Hidrologia e Recursos Hídricos, EESC-USP, 1998. SINGH; V.P., Kinematic Wave Modeling in Water Resources, John Wiley, 1996. STREETER, V.L. Fluid Mechanics, McGraw Hill, New York, 1966. TUCCI, C.E.M (Edit) Hidrologia - Ciência e Aplicação, UFRGS/EDUSP/ABRH, 1993. TUCCI, C.E.M. Modelos Hidrológicos, ABRH, 1998.
6. QUAIS SÃO OS OBJETIVOS ESPECÍFICOS POR COMPETÊNCIAS QUE O EGRESSO COMPARTILHA ATENDENDO À CNE-MEC-DCN-2019?
- Reconhecer e identificar problemas de recursos hídricos sob funcionamento natural e impactado em necessidades interdisciplinares de usuários, possibilitando soluções técnicas diversas com aprendizagem contínua e autônoma
- Compreender procedimentos quantitativos de estimativa de oferta, superficial, subterrânea e pluvial, e demandas, consuntivas e não-consuntivas, considerando sólidos fundamentos da teoria e com ciência aberta
- Aplicar cálculos determinísticos e probabilísticos para recuperação de ambientes fluviais, com segurança hídrica sustentável e técnicas compensatórias a impactos, empreendendo atuação profissional original e com ciência cidadã
- Analisar a sustentabilidade e resiliência dos usos múltiplos da água, com foco no nexo ‘abastecimento-energia-alimentos-ecossistemas’ adaptado à não-estacionariedade das mudanças globais, promovendo práxis de soluções baseadas em maturidade e equilíbrio profissional
- Avaliar medidas estruturais e não estruturais para eficiência e viabilidade de projetos de engenharia ambiental gerenciando soluções de gestão de recursos hídricos com habilidade empírica própria frente aos grandes desafios globais
- Formular e conceber soluções sustentáveis, resilientes e inovadoras, úteis para estágios supervisionados e de trabalhos de conclusão de curso (TG), compreendendo as demandas dos usuários da engenharia ambiental e priorizando o espírito criativo, inovador e empreendedor
7. QUAIS SÃO AS ATITUDES QUE O EGRESSO AVALIA JUNTO À DISCIPLINA?
ATITUDES são elementos que dão peso às notas parciais em todas as atividades do Egresso na Disciplina:
- APRENDIZAGEM (relacionado com MEMORIZAR("Reconhecer" e "Identificar");
- TEORIA (relacionada com COMPREENDER ("Esquematizar", "Relacionar", "Explicar"));
- ORIGINALIDADE (relacionada com APLICAR ("Utilizar", "Implementar", "Modificar", "Experimentar", "Calcular"));
- PRÁXIS ou PRÁTICA (relacionada com ANALISAR ("Resolver", "Categorizar", "Diferenciar", "Comparar", "Explicar", "Integrar", "Investigar"));
- EMPIRISMO (relacionado com AVALIAR ("Defender", "Delimitar", "Estimar", "Selecionar", "Justificar", "Comparar", "Explicar"));
- CRIATIVIDADE (relacionado com CRIAR ("Elaborar", "Desenhar", "Produzir", "Prototipar", "Traçar", "Idear", "Inventar")).
8. QUAIS FORMAS DE AVALIAÇÃO POR COMPETÊNCIAS DO FUTURO EGRESSO NA DISCIPLINA?
FORMAS DE AVALIAÇÃO:
Equilíbrio de habilidades, conteúdos e atitudes existentes na produção do aluno, seja via grupo e/ou individual.
ITENS GERAIS DE AVALIAÇÃO:
Pesos às atitudes escolhidas da Tabela de Bloom identificadas e sintetizadas como: “Aprendizagem”, “Teoria”, “Originalidade”, “Práxis”, “Empirismo”, “Criatividade"
FORMATO DE MATERIAL AVALIADO:
Escrito e audiovisual veiculado de forma digital ou impresso.
MATERIAL DE AVALIAÇÃO:
Relatórios: Média aritmética (entre 0 e 10) das avaliações por competências dos relatórios de todos os enunciados de problemas produzidos originalmente por Alunos e Supervisionados por Professor e Estagiários; Carga: 10 listas semanais.
Seminários: Média aritmética (entre 0 e 10) das avaliações por competências de todos os Seminários Originais por Alunos sobre conteúdo supervisionado por Professor e Estagiários; Carga: 3 seminários (1 por cada bloco temático).
AvaliaçãoDisciplina : Nota Máxima (10) ao completar Autoavaliação da Disciplina, de forma individual, anônima e independente. Somente para aluno que cumpriu atividades anteriores e com entregas em dia
9. COMO É FEITO O CÁLCULO DO CONCEITO FINAL DO FUTURO EGRESSO NA DISCIPLINA?
CONCEITO FINAL (MF) = 0,5 .Relatórios + 0,45 . Seminários + 0,05 .AvaliaçãoDisciplina
Resultado: "Aprovado" se MF >= 5 (cinco).
Resoluções de problemas e/ou trabalhos, seminários e/ou avaliação não realizados ou não entregues pelo futuro Egresso em prazos definidos pelo Professor e/ou Estagiários terão nota “0”.
10. COMO É FEITO O CÁLCULO DA FREQUENCIA FINAL DO FUTURO EGRESSO NA DISCIPLINA?
Considerando a Portaria GR no. 145, de 31/01/2022, se o futuro Egresso atender com um mínimo de 75 % de frequencia de atividades obrigatórias de carga didática no semestre, ele(a) não será reprovado por falta. Ainda assim, novas diretrizes poderão ser implementadas considerando a CoC Ambiental, a CG/EESC, a PrG/USP e/ou Reitoria.
10. COMO O FUTURO EGRESSO PODE RECUPERAR CONCEITOS NA DISCIPLINA?
Prova Substitutiva: Antes de finalizar o semestre haverá prova substitutiva: (a) de caráter voluntário, (b) de resolução individual, (c) exclusivamente para aluno que tenha realizado 95% das atividades obrigatórias, e (d) somente com vistas à substituição da Média Aritmética dos Relatórios, atribuindo nova substitutiva, que avalia todos os conteúdos da disciplina.
Prova de recuperação: Os alunos terão direito ao regime de recuperação definido pela USP desde que MF>= 3,0. Em data marcada haverá Prova de Recuperação, extensiva, visando TODA a matéria. Para aprovar, ConceitoProva >= 5,0.
11. QUAIS SÃO OS ASPECTOS PEDAGÓGICOS QUE A DISCIPLINA COMPARTILHA COM O FUTURO EGRESSO?
Metodologia Pedagógica: Originalidade, Criatividade e Aprendizado baseado em Problemas, via Prática, Empirismo e Teoria (PBL“Problem-based Learning”/PET), que atendam à Resol.CREA 1073/2016 http://normativos.confea.org.br/ementas/visualiza.asp?idEmenta=59111, com estratégias de apoio da Rede Brasileira de Aprendizagem Criativa (https://aprendizagemcriativa.org/), de ciência-cidadã e princípios F.A.I.R. de gestão de dados da USP-PróReitoria de Graduação - Academia-Comunidade-WOW! Waters for Our World (https://prg.usp.br/academia-comunidade-wow-waters-for-our-world/), e metodologias ativas ’S.T.E.A.M.-Science, Technology, Engineering, Arts, Maths’, e apoio pedagógico e de popularização via Cátedra UNESCO de Águas/USP ().
Inovações Pedagógicas :
a) momentos exclusivos de tutoria “aluno-estagiário-professor", organizados no semestre, valendo fração da nota;
b) co-criação de material original do aluno, em mídias sociais, abertos à comunidade, valendo fração da nota;
c) seminários internos síncronos, com abordagem de resolução de problemas escolhidos da ementa, valendo fração de nota.
Bibliografia de Apoio Pedagógico e de Gestão de Dados:
Teixeira, T, Rocha Brando, F; vídeos de recursos hídricos em linguagem de LIBRAS, 1- Água em Libras: , 2- Bacia Hidrográfica em Libras: , 3: Mata ciliar em Libras: , 4- Água que não se vê em Libras: , 5- Contaminação das águas em Libras: , 6- Gestão compartilhada das águas em Libras: .
Seminário Gestão de Dados e Boas Práticas,
Ciência Aberta e Gestão de Dados. Iniciativas USP e FAPESP,
I ENCONTRO CIÊNCIA ABERTA PRP/USP,
II ENCONTRO CIÊNCIA ABERTA PRP/USP,
12. ONDE SÃO ENTREGUES OS TRABALHOS DOS FUTUROS EGRESSOS NESTA DISCIPLINA?
Preferencialmente via E-disciplinas, em espaço definido pelos responsáveis (Professor e Estagiários). Outras formas de entrega de trabalho poderão ser recomendadas, a critérios do Professor e/ou Estagiários.
13. HÁ ACERVO FÍSICO E DIGITAL DE LIVROS DE APOIO? (desde a graduação)
Acervo físico e digital de livros
Bibliografia base:
- UNESCO, World Water Assessment Program Series - http://www.unesco.org/new/en/natural-sciences/environment/water/wwap/about/
- Hidrologia para Engenharia e Ciências Ambientais, ABRHidro - W. Collischonn & F. Dornelles (*disponível em internet)
- Engenharia Ambiental - Elsevier. Org. M C Calijuri e D F G Cunha
- Engenharia de Recursos Hídricos – Ray K. Linsley & Joseph B. Franzini
- Hidrologia para Engenharia e Ciências Ambientais – W. Collischonn & F. Dornelles
- Hidrologia Ciência e Aplicação – Carlos E. M. Tucci
- Hidráulica Básica – Rodrigo de Melo Porto
- Exercícios de Hidráulica Básica – Rodrigo de Melo Porto
- Hidrologia e Recursos Hídricos – Antonio Marozzi Righetto
- Manual de Avaliação da Pegada Hídrica: Estabelecendo o Padrão Global – Arjen Y. Hoekstra et al.
- Geomorfologia Fluvial – Antonio Christofoletti
- Hidrometria Aplicada – Irani dos Santos et al.
- Caracterização Quali-Quantitativa da Produção de Sedimentos – E M. C. D. Paiva & J B D. Paiva
Bibliografia de apoio:
- Modelagem de Sistemas Ambientais – Antonio Christofoletti
- Fundamentos de Fenômeno de Transporte para Estudantes de Engenharia – Marcius F. Giorgetti
- Modelos Hidrológicos – Carlos E. M. Tucci
- Drenagem Urbana e Controle de Enchentes – Aluísio Pardo Canholi
- Poluição Difusa – Plínio Tomaz
- Statistical Methods in Hydrology – Charles T. Haan
- Drenagem Urbana: Manual de Projeto – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB)
- Drenagem Urbana - Carlos E. M. Tucci, Rubem La Laina Porto & Mário T. de Barros
- Impactos Ambientais Urbanos no Brasil – Antonio José T. Guerra & Sandra B. Cunha
- Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil: Informe 2014 – Agência Nacional de Águas (ANA)
- Atlas Brasileiro de Energia Solar – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
- Revisão das Séries de Vazões Naturais nas Principais Bacias do SIN: Relatório Executivo – Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)
- Economia Ambiental: Aplicações, Políticas e Teoria – Janet M. Thomas & Scott J. Callan
- Modelos para Gerenciamento de Recursos Hídricos – Flávio Terra Barth et al.
- Técnicas Quantitativas para o Gerenciamento de Recursos Hídricos – Rubem La Laina Porto et al.
14. COMO PARTICIPAR DE ATIVIDADES PRÁTICAS?
Considerando o atual processo gradativo de retomada de aulas presenciais e de distanciamento individual para fins de prevenção de síndromes respiratórias agudas, os alunos serão previamente distribuídos em grupos menores para participação de aulas teóricas e de atividades ao ar livre com as devidas orientações de Professores e Estagiários. Estas atividades estão acompanhadas de: (1) Planejamento, (2) Questionário Individual Obrigatório e (3) Termos e Condições, com ciência e aceitação individual de cada futuro Egresso cursando esta disciplina. Estes documentos são veiculados separadamente.
15. ONDE O FUTURO EGRESSO ENCONTRA MATERIAL SOBRE APRENDIZAGEM POR COMPETÊNCIAS ?
- BIGGS, J., TANG, C (2011)Teaching for Quality Learning at University: What student does, New York: McGraw Hill Soc. Res.Higher Education & Open Univ Press, eISBN: 978-0-33-524276-4
- de OLIVEIRA, P et al (2016) O Uso da Taxionomia de Bloom no Contexto da Avaliação por Competência, Pleiade, 10(20): 12-22, Jul./Dez, https://core.ac.uk/download/pdf/267029296.pdf
- [SEM AUTOR, SEM DATA] Taxonomia de Bloom: Orientações para redigir competências, habilidades e atitudes, Formação de Mentores https://unibhcienciascontabeis.files.wordpress.com/2016/03/1-a-taxonomia-dos-objetivos-educacionais.pdf
- MARCHETTI FERRAZ, A P, BELHOT, R V (2010) Taxonomia de Bloom: revisão teórica e apresentação das adequações do instrumento para definição de objetivos instrucionais, Gest. Prod.17(2): 421-431, https://doi.org/10.1590/S0104-530X2010000200015
- MAXIMIANO, A C A (2019) O QUE SÃO COMPETÊNCIAS E COMO CLASSIFICÁ-LAS?, Administração, Disponível em: https://gennegociosegestao.com.br/o-que-sao-competencias/
- MENDIONDO, E M (2019) Aprendizado de Recursos Hídricos baseado em Problemas: Antídoto ao Paradoxo da ‘Geração WIFI-Sem-Aprendiz’?, In: XXIII Simp. Bras. Rec. Hídricos, Foz de Iguaçu-PR, https://s3-sa-east-1.amazonaws.com/abrh/Eventos/Trabalhos/107/XXIII-SBRH1369-1-20190507-002333.pdf
- UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - Pró-Reitoria de Graduação (2020) Academia-Comunidade-WOW! – Waters for Our World, 1 de outubro de 2020, Disponível em: https://prg.usp.br/academia-comunidade-wow-waters-for-our-world/
- Docente: Eduardo Mario Mendiondo
- Docente: Karina Soledad Maldonado Molina
- Docente: Denner Dias Barros
Propiciar a aproximação dos falantes do português de uma língua viso-espacial usada pelas comunidades surdas (LIBRAS) e uma melhor comunicação entre surdos e ouvintes em todos os âmbitos da sociedade, e especialmente nos espaços educacionais, favorecendo ações de inclusão social oferecendo possibilidades para a quebra de barreiras linguísticas.
- Docente: Denner Dias Barros