Contorno da seção
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a) Estrutura das aulas
b) Seminários
c) Discussão dos projetos
d) AvaliaçãoIntrodução: apresentando alguns aspectos teóricos da disciplina Museológica.
HERNÁNDEZ HERNÁNDEZ, Francisca. Planteamientos teóricos de la museología. Gijón: Ediciones Trea, 2006. (caps. 1, 2 e 3).
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MENESES, Ulpiano Toledo Bezerra de. A pesquisa no Museu como produção de conhecimento original. Anais do IV Seminário sobre Museus-Casas. Pesquisa e Documentação. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 2002. (Seminário)
CERÁVOLO, Suely Moraes. Delineamentos para uma teoria da museologia. Anais do Museu Paulista. São Paulo, volume 12, 2004. (Leitura Base)
FARIA, Ana Carolina Gelmini. & POSSAMAI, Zita Rosane. O campo dos museus no Brasil: indícios das relações instituídas em meados do século XX. Anais do Museu Histórico Nacional. Rio de Janeiro. Volume 50, 2018. (Seminário)
ARAÚJO, Carlos Alberto. Museologia: correntes teóricas e consolidação científica. Revista Museologia e Patrimônio. UNIRIO/MAST.vol.5.n.2,2012 (Leitura Base).
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1a - A Mesa-Redonda de Santiago do Chile (1972) Documento Final do evento, pág. 43 a 51
1b - A respeito da Mesa-Redonda de Santiago do Chile (1972) Hügues de Varine, pág. 38 a 42 (Leituras base)
2a - Declaração de Quebec (1984) - Princípios de Base de uma Nova Museologia - Documento final do evento, pág. 58 a 60
2b - A Declaração de Quebec (1984) - Mário Canova Moutinho, pág. 52 a 57. (Leituras base)
3a - Declaração de Caracas (1992), pág. 67 a 83
3b - Vinte anos depois de Santiago: A Declaração de Caracas (1992) p Maria de Lourdes Parreiras Horta, pág. 61 a 66. (Leituras base)
In: O ICOM- Brasil e o Pensamento Museológico Brasileiro- documentos selecionados/Org. Maria Cristina Oliveira Bruno. São Paulo: Pinacoteca do Estado: SEC, Comitê Brasileiro do ICOM, 2010. Vol. 2.
4 - CRUZ E SOUZA. Luciana Christina. A mesa redonda de Santiago do Chile e o desenvolvimento da América Latina: o papel dos museus de ciências e do museu integral. Museologia e Interdisciplinaridade. Volume 09, número 17, jan/jul de 2020 (Seminário). -
BRUNO, Maria Cristina Oliveira. Definição de curadoria: os caminhos do enquadramento, tratamento e extroversão da herança patrimonial. Cadernos de diretrizes museológicas 2. Belo Horizonte, SEC, Superintendência de Museus, 2008. (seminário)
VASCONCELLOS, Camilo de Mello. A curadoria em museus antropológicos. Anais do Museu Paulista. USP, Vol.29, 2021 (Leitura base).
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AULA 05 - 08/04: A institucionalização do campo museal no Brasil: avanços e retrocessos (aula teórica)
Texto base: CHAGAS, Mário; NASCIMENTO JÚNIOR, José do. Veredas e construções de uma política nacional de museus. In: Política Nacional de Museus. Brasília: MinC, 2007.
TOLETINO, Átila Bezerra. Governança em rede: o caso do sistema brasileiro de museus. Revista CPC, São Paulo, no. 16, 2013. (Seminário)
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BRULON, Bruno. Descolonizar o pensamento museológico: reintegrando a matéria para re-pensar os museus. Anais do Museu Paulista, São Paulo, Nova Série. Vol.28, 2020- p.1-30 (leitura base).
VIEIRA, Marianne Aparecida do Nascimento. A inserção indígena nos museus. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP. Número 30, 2018. (seminário)
QUINTERO AGÁMEZ, Carolina; VASCONCELLOS, Camilo de Mello. Museología decolonial y participativa en contexto latino-americano: una experiência desde la región del Darién en Colombia. In: Museologia e Património. Universidade de Leiria, Portugal. (seminário)
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Leitura base
MENESES, Ulpiano Toledo Bezerra de. A problemática da identidade cultural nos museus: de objetivo (de ação) a objeto (de conhecimento). Anais do Museu Paulista, Nova Série, número 01, 1993.
MENESES, Ulpiano Toledo Bezerra de. A História, cativa da memória? Para um mapeamento da memória no campo das Ciências Sociais. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros (34), 1992. (seminário)
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* As apresentações dos projetos dos alunos serão obrigatórias para todos os alunos regularmente matriculados. Tais apresentações deverão ocorrer em até 30 minutos, sendo 20 da apresentação propriamente e 10 para discussão com toda a turma.
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* As apresentações dos projetos dos alunos serão obrigatórias para todos os alunos regularmente matriculados. Tais apresentações deverão ocorrer em até 30 minutos, sendo 20 da apresentação propriamente e 10 para discussão com toda a turma.
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* As apresentações dos projetos dos alunos serão obrigatórias para todos os alunos regularmente matriculados. Tais apresentações deverão ocorrer em até 30 minutos, sendo 20 da apresentação propriamente e 10 para discussão com toda a turma.
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A ser entregue em 13/06 e deve relacionar o avanço do seu tema de pesquisa com a disciplina obrigatória.
Deverá conter: introdução, desenvolvimento, considerações finais e a bibliografia utilizada.
(até 20 páginas no máximo- Arial 12, espaço 1,5).