Programação

  • Tópico 1

    Aula 1. Introdução à disciplina; princípios de evolução morfológica; o registro fóssil hominíneo – breve revisão da evolução humana, emergência do gênero Homo; e dispersões não-sapiens dentro e para fora da África. [Strauss]

    Leitura principal:

    • Prat S. 2017. First hominin settlements out of Africa. Tempo and dispersal mode: review and perspectives. Comptes Rendus Palevol: 1-11.

    Leitura complementar:

    • Klein R. 2009. The Human Career, Human Biological and Cultural Origins. The Univeristy of Chicago Press (terceira edição). Capítulo 5. The Evolution of the genus Homo.

    • Tópico 2

      Aula 2. Introdução à antropologia molecular: princípios de genética de populações, cladística, processos micro-evolutivos, o relógio molecular e tipos de marcadores genéticos [Hünemeier]

      Leitura principal:

      • Ridley M. 2004. Evolution. Blackwell publishing (terceira edição). Capítulo 15. Reconstruction of phylogeny

      Leitura complementar (a leitura completa de Ridley e Stoneking é recomendada):

      • Ridley M. 2004. Evolution. Blackwell publishing (terceira edição). Capítulo 7. Natural selection and random drift in Molecular Evolution
      • Stoneking M. 2017. An introduction to molecular anthropology. John Willey (primeira edição). Capítulo 1. Genes: how they are inherited.
      • Stoneking M. 2017. An introduction to molecular anthropology. John Willey (primeira edição). Capítulo 2. What genes are, what they do, and how they do it.
      • Stoneking M. 2017. An introduction to molecular anthropology. John Willey (primeira edição). Capítulo 5. Evolutionary forces.

      • Tópico 3

        Aula 3. Fundamentos de arqueogenética: bio-química do DNA antigo, tafonomia molecular e bioinformática; o DNA antigo dos hominíneos não-sapiens (Atapuerca, Neanderthal e Denisovano). [Hünemeier]

        Leitura principal:

        • Sarkissian CD, et al., 2015. Ancient genomics. Philosophical Transactions B 370:20130387.
        • Reich D. 2018. Who we are and how we got here: Ancient DNA and the new science of the human past. Pantheon. Capítulo 2. Encounters with Neanderthals.

        Leitura complementar:

        • Stoneking M. 2017. An introduction to molecular anthropology. John Willey (primeira edição). Capítulo 15. Ancient DNA.
        • Llamas B., et al. 2017. Human evolution: a tale from ancient genomes. Philosophical Transactions B 372:20150484.
        • Meyer M., et al. 2016. Nuclear DNA sequences from the Middle Pleistocene Sima de Los Huesos hominins. Nature: 531:504-508.
        • Meyer M., et al. 2012. A high-coverage genome sequence from an archaic Denisovan individual. Science 338:222-226.
        • Green RE., et al. 2010. A draft sequence of the Neanderthal genome. Science 328:710-722.

        • Tópico 4

          Aula 4. Surgimento do Homo sapiens e processos iniciais de dispersão, debate sobre a rota costeira e o ‘early Out of Africa’; ‘Out of Africa’ versus multiregionalismo; mistura com humanos arcaicos (Neanderthal e Denisovano); o debate sobre os Onge das Ilhas Andaman; e a colonização inicial da Oceania  [Strauss]

          Leitura principal:

          • Stoneking M. 2017. An introduction to molecular anthropology. John Willey (primeira edição). Capítulo 14. The origins of our species.
          • Sankararaman S., et al. 2016. The Combined Landscape of Denisovan and Neanderthal Ancestry in Present-Day Humans. Current Biology 26:1241-1247.

          Leitura complementar:

          • Thangaraj K., et al. 2003. Genetic affinities of the Andaman Islanders, a vanishing human population. Current Biology 13:86-93.
          • Reyes-Centeno H. 2016. Out of Africa and into Asia: fossil and genetic evidence on modern human origin and dispersal. Quaternary International 416:249-262.
          • Mondal M., et al. 2016. Genomic analysis of Andamanese provides insights into ancient human migration into Asia and adaptation. Nature Genetics.
          • Rasmussem M., et al. 2011. An aboriginal Australian genome reveals separate human dispersal into Asia. Science 334:94-98.

          • Tópico 5

            Aula 5. O povoamento da Europa; a dimensão populacional das transformações tecnológicas do Paleolítico Superior (Aurignaciano, Gravetiano, Solutrense, Magdaleniano); a revolução do neolítico e a dispersão da cerâmica LBK (ideias ou pessoas?); impactos populacionais da expansão dos pastoralistas das estepes (Ymanaia) durante a Idade do Bronze e dos Citas durante a Idade do Ferro. [Strauss]

            Leitura principal:

            • Reich D. 2018. Who we are and how we got here: Ancient DNA and the new science of the human past. Pantheon. Capítulo 5. The making of modern Europe.
            • Fu Q., et al. 2016. The genetic history of Ice Age Europe. Nature 534:200-205.

            Leitura complementar:

            • Allentoft ME., et al. 2015. Population genomics of Bronze Age Eurasia. Nature 522:167-174.
            • Lazaridis I., et al. 2016. Genomic insights into the origin of farming in the ancient Near East. Nature 536:419-424
            • Haak W., et al. 2015. Massive migration from the steppe was a source for Indo-European languages in Europe. Nature 522:207-211.
            • Unterländer M., et al. 2017. Ancestry and demography and descendants of Iron Age nomads of the Eurasian steppe. Nature Communications 8:14615.

            • Tópico 6

              Aula 6. A dispersão do Indo-Europeu e a história populacional da Índia; marcas genéticas do sistema de castas; contribuilções dos estudos genéticos para a interpretação de questões de gênero e de desigualdade social no passado; estrutura populacional Africana; história populacional da expansão Bantu. [Strauss]

              Leitura principal:

              • Reich D. 2018. Who we are and how we got here: Ancient DNA and the new science of the human past. Pantheon. Capítulo 6. The collision that formed India.
              • Skoglund P., et al. 2017. Reconstructing prehistoric African population structure. Cell 171:59-71.
              • Stoneking M. 2017. An introduction to molecular anthropology. John Willey (primeira edição). Capítulo 19. Genes and culture.
              • Busby GBJ., et al. 2016. Admixture into and within sub-Saharab Africa. eLife 5:e15266.

              Leitura complementar:

              • Moorjani P., et al. 2013. Genetic evidence for recent population mixture in India. The American Journal of Human Genetics 93: 422-438.
              • Reich D., et al. 2009. Reconstructing Indian population history. Nature 461:489-494.
              • Patin E., et al. 2017. Dispersal and genetic adaptation of Bantu-speaking populations in Africa and North America. Science 356:543-546.

              • Tópico 7

                Aula 7. O leste e o sudeste asiático: variabilidade genética atual, os Ainu do Japão, impactos populacionais da chegada da agricultura no Vietnam; a dispersão humana pelas ilhas do Pacifico, dispersão Austronésica e cerâmica Lapita; evidências genéticas de contatos transpacíficos com a América. [Strauss]

                Leitura principal:

                • Reich D. 2018. Who we are and how we got here: Ancient DNA and the new science of the human past. Pantheon. Capítulo 8. The genomic origins of East Asians.
                • Skoglund P., et al. 2016. Genomic insights into the peopling of the Southwest Pacific. Nature 538:510-513.

                Leitura complementar:

                • Abdulla MA., et al. 2009. Mapping human genetic diversity in Asia. Science 326:1541-1545.
                • Hlusko LJ., et al. 2018. Environmental selection during the last ice age on the mother-to-infant transmission of vitamin D and fatty acids through breast milk. PNAS.
                Wollstein A., et al. 2010. Demographic history of Oceania inferred from Genome-wide data. Current Biology 20:1983-1992.

                • Tópico 8

                  Aula 8. Diversidade genética Ameríndia (mitocondrial, cromossomo Y e genoma); estimativas de coalescência e o ‘Modelo da Permanência na Beríngia’; conexões com o leste Asiático; seleção natural (e.g. EDAR e FADS); conexões Austro-Asiáticas (População Y) [Hünemeier]

                  Leitura principal:

                  • Bolnick DA., et al. 2016. Native American genomics and population histories. Annual Review of Anthropology 45:319-340.
                  • Llamas B., et al. 2016. Ancient mitochondrial DNA provides high-resolution time scale of the peopling of the Americas. Science Advances 2:e1501385.

                  Leitura complementar:

                  • Amorim CEG., et al. 2017. Genetic signature of natural selection in first Americans. PNAS 114:2195-2199.

                  • Tópico 9

                    Aula 9. Arqueogenética do Novo Mundo; o haplogrupo X e a hipótese Solutrense; o DNA de Mal’ta (24,000 anos AP) e a ancestralidade europeia dos nativos Americanos; o DNA Clóvis e os dois componentes genéticos do Novo Mundo; arqueogenética de Lagoa Santa; fluxos migratórios entre América do Sul e América do Norte. [Strauss]

                    Leitura principal:

                    • Reich D. 2018. Who we are and how we got here: Ancient DNA and the new science of the human past. Pantheon. Capítulo 7. In search of Native American ancestors.
                    • Raghavan M., et al. 2014. Upper Paleolithic Siberian genome reveals dual ancestry of Native Americans. Nature 505:87-91.

                    Leitura complementar:

                    • Rasmussen M., et al. 2014. The genome of al late Pleistocene human from a Clovis burial site in western Montana. Nature 506:225-229
                    • Moreno-Mayar JV., et al. 2018. Terminal Pleistocene Alaskan genome reveals first founding population of Native Americans. Nature 553:203-207.

                    • Tópico 10

                      Aula 10. Seminários para avaliação.