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Através de um tensionamento no conceito de modernidade, busca-se aqui debater o conceito de regime estético da literatura, como desenvolvido por Jacques Rancière. Através deste, produzir-se-á uma crítica à teoria do romance mais canônica, da teoria crítica, filologia e dos estruturalistas. No mais, a teoria de Rancière também entrará em choque com as leituras feitas no romance brasileiro, principalmente naquilo que se entendeu como o realismo do final do século XIX. Neste sentido, através da leitura dos romances Esaú e Jacó (1904) de Machado de Assis e No caminho de Swann (1913) de Marcel Proust buscaremos introduzir um debate sobre o estudo da forma do romance moderno. Assim, objetiva-se: i. Apresentar e tensionar o conceito de regime estético da literatura, como desenvolvido por Jacques Rancière; ii. Analisar o conceito de Rancière à luz da forma do romance moderno, tensionando-o com clássicos da teoria da literatura do século XX, da teoria crítica, filologia e dos estruturalistas; e iii. Fornecer a leitura e discussão de dois escritores fundamentais da literatura moderna em comparação: Machado de Assis e Marcel Proust. Visa-se aqui construir um debate que analise seus romances por dentro, e longe de panoramas genéricos de manuais de história literária.

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