Disciplinas Interdepartamentais da FDRP
Articular, de maneira eficaz, teoria e prática e ensino, pesquisa e extensão no curso de Direito, por meio de atividades acadêmicas desenvolvidas em padrão de excelência, nas quais os discentes tenham protagonismo. - Criar espaço de interação didática entre as disciplinas de um mesmo período, buscando aprofundar a interdisciplinaridade do curso e permitir aos alunos uma visão mais global do fenômeno jurídico, além de permitir um melhor aproveitamento do tempo de estudo dos alunos, na medida em que as atividades desenvolvidas e a bibliografia trabalhada podem ser aproveitadas por mais de uma disciplina; - Fomentar a adoção de novas estratégias de ensino-aprendizagem, que estimulem a autonomia dos discentes e colaborem para uma formação profissional mais crítica e consciente; - Incentivar atividades práticas que complementem o aprendizado teórico em sala de aula, preferencialmente abordando conteúdos programáticos de disciplinas diferentes de um mesmo período, bem como demandas locais e nacionais; - Otimizar o tempo do docente em sala de aula nas disciplinas individuais, abrindo espaço para a ampliação e o aprofundamento dos temas tratados, na medida em que pontos dos programas poderão ser trabalhados nos laboratórios e não mais apenas nas aulas tradicionais; - Fortalecer as interações entre Universidade e sociedade, com a utilização dos produtos das atividades desenvolvidas nas práticas extensionistas e de pesquisa em processos judiciais e administrativos, na formulação de diagnósticos de políticas públicas, na elaboração de materiais pedagógicos, entre outros.

O Laboratório Direito à Cidade (LabDic) III - Direito à cidade pela perspectiva de direitos humanos e conflitos fundiários é parte de um projeto extensionista que pretende contribuir “para uma visão situada do fenômeno jurídico-social em processo dialético entre teoria e prática” (Deliberação FDRP nº 05/2024) e de caráter transdisciplinar. A partir de uma perspectiva territorial aliada à prática da advocacia popular, parte da realidade de territórios populares para compreender a abrangência de conflitos fundiários urbanos - não limitados a uma disputa entre posse e propriedade, mas a expressão visível de desigualdades socioeconômicas imbricadas no espaço. A dogmática voltada para a decidibilidade de conflitos fundiários de forma atenta aos direitos humanos - seja para afirmá-los ou para evitar o agravamento de violações - é a base para um diálogo acerca da educação em direitos humanos em territórios populares que se propõe fazer no LabDic III.

O Laboratório Direito à Cidade (LabDic) I: justiça socioespacial e sustentabilidade é parte de um projeto extensionista que pretende contribuir “para uma visão situada do fenômeno jurídico-social em processo dialético entre teoria e prática” (Deliberação FDRP nº 05/2024) e de caráter transdisciplinar. A partir de uma perspectiva territorial aliada à prática da advocacia popular, parte do processo de construção da normatividade, da fabricação do Direito, para então despi-lo de suas vestes formais e compreender as normas e relações jurídicas a partir da realidade vivida em um território marcado por precariedade na cidade de Ribeirão Preto. O LabDic propõe-se, portanto, a dialogar com conceitos jurídicos fundamentais e de elementos básicos para a compreensão do Direito avançando para uma compreensão da materialidade do fenômeno jurídico e reflexões sobre os desafios de efetivação das normas no território.

A disciplina trabalha com a atuação prática pela perspectiva da advocacia popular, com a assunção de casos de conflitos jurídico (judiciais e/ou extrajudiciais) do Núcleo de Prática Jurídica para atendimento e acompanhamento em sistema de plantão (2h semanal), combinado com um componente de ensino concentrado no início e no final do semestre. 

Articular, de maneira eficaz, teoria e prática e ensino, pesquisa e extensão no curso de Direito, por meio de atividades acadêmicas desenvolvidas em padrão de excelência, nas quais os discentes tenham protagonismo. - Criar espaço de interação didática entre as disciplinas de um mesmo período, buscando aprofundar a interdisciplinaridade do curso e permitir aos alunos uma visão mais global do fenômeno jurídico, além de permitir um melhor aproveitamento do tempo de estudo dos alunos, na medida em que as atividades desenvolvidas e a bibliografia trabalhada podem ser aproveitadas por mais de uma disciplina; - Fomentar a adoção de novas estratégias de ensino-aprendizagem, que estimulem a autonomia dos discentes e colaborem para uma formação profissional mais crítica e consciente; - Incentivar atividades práticas que complementem o aprendizado teórico em sala de aula, preferencialmente abordando conteúdos programáticos de disciplinas diferentes de um mesmo período, bem como demandas locais e nacionais; - Otimizar o tempo do docente em sala de aula nas disciplinas individuais, abrindo espaço para a ampliação e o aprofundamento dos temas tratados, na medida em que pontos dos programas poderão ser trabalhados nos laboratórios e não mais apenas nas aulas tradicionais; - Fortalecer as interações entre Universidade e sociedade, com a utilização dos produtos das atividades desenvolvidas nas práticas extensionistas e de pesquisa em processos judiciais e administrativos, na formulação de diagnósticos de políticas públicas, na elaboração de materiais pedagógicos, entre outros.
Articular, de maneira eficaz, teoria e prática e ensino, pesquisa e extensão no curso de Direito, por meio de atividades acadêmicas desenvolvidas em padrão de excelência, nas quais os discentes tenham protagonismo. - Criar espaço de interação didática entre as disciplinas de um mesmo período, buscando aprofundar a interdisciplinaridade do curso e permitir aos alunos uma visão mais global do fenômeno jurídico, além de permitir um melhor aproveitamento do tempo de estudo dos alunos, na medida em que as atividades desenvolvidas e a bibliografia trabalhada podem ser aproveitadas por mais de uma disciplina; - Fomentar a adoção de novas estratégias de ensino-aprendizagem, que estimulem a autonomia dos discentes e colaborem para uma formação profissional mais crítica e consciente; - Incentivar atividades práticas que complementem o aprendizado teórico em sala de aula, preferencialmente abordando conteúdos programáticos de disciplinas diferentes de um mesmo período, bem como demandas locais e nacionais; - Otimizar o tempo do docente em sala de aula nas disciplinas individuais, abrindo espaço para a ampliação e o aprofundamento dos temas tratados, na medida em que pontos dos programas poderão ser trabalhados nos laboratórios e não mais apenas nas aulas tradicionais; - Fortalecer as interações entre Universidade e sociedade, com a utilização dos produtos das atividades desenvolvidas nas práticas extensionistas e de pesquisa em processos judiciais e administrativos, na formulação de diagnósticos de políticas públicas, na elaboração de materiais pedagógicos, entre outros.