A disciplina tem como objetivo contribuir com o referencial teórico para a discussão e problematização dos mecanismos de gestão e regulatórios que tem contribuído para o avanço do sistema único de saúde como um sistema universal e integral, bem como os dispositivos que se apresentam no sentido da gestão do cuidado e das redes regionalizadas no sentido de ampliar acesso, qualidade e humanização no cuidado.
Geral: Discutir o papel do tempo na conformação das crises ambientais e sanitárias do Antropoceno, relacionando dimensões biológicas, sociais e políticas da organização temporal da vida. Específicos: - Discutir os conceitos de Antropoceno e Capitaloceno e suas implicações para a saúde e o ambiente. - Analisar a relação entre meio interno e meio externo, homeostase e cronobioma. - Debater os efeitos da organização temporal da sociedade sobre a saúde e o bem-estar. - Refletir sobre abordagens contemporâneas de Saúde Planetária, One Health e Ecohealth. - Promover uma leitura crítica da modernidade e do pensamento hegemônico sobre tempo, produtividade e aceleração. - Discutir alternativas de desaceleração social e reconexão ecológica a partir de perspectivas decoloniais e ecocêntricas.
Introduzir fundamentos da linguagem R e ferramentas estatísticas para a condução de análises exploratórias e inferenciais básicas de dados em saúde.
Analisar criticamente, sob a ótica das Ciências Sociais e da Saúde Coletiva, perspectivas teóricas e temas relevantes na área da Saúde Reprodutiva enfocando suas relações com sexualidade e gênero.
Promover uma primeira aproximação do aluno com o campo dos recursos humanos em saúde (RHS), a partir da apresentação, problematização, debate e análise dos principais problemas que se apresentam globalmente e nacionalmente para a área, os quais se relacionam com a formação e a gestão e regulação do trabalho.
Familiarizar os alunos com as bases biológicas e epidemiológicas que explicam o comportamento das doenças infecciosas e fundamentam as estratégias para o seu controle e promover discussões sobre os fatores envolvidos na emergência e reemergência de doenças infecciosas.
Desenvolver habilidades para a análise da situação de saúde de populações por meio do uso de indicadores de saúde. Desenvolver análise crítica dos usos e limitações das informações disponíveis nos principais sistemas de informação em saúde.
Analisar criticamente o impacto das transições demográfica e epidemiológica na organização dos serviços, no preparo dos profissionais e na organização da atenção em saúde coletiva.
- Identificar as características principais dos serviços e sistemas de saúde que avancem para um desenho de avaliação adequado. - Formular uma pergunta avaliativa - Identificar as fontes de dados disponíveis - Identificar as características principais das abordagens quantitativa e qualitativa na avaliação de Serviços e Sistemas Locais de Saúde - Identificar os indicadores e ou variáveis de maio utilidade para a avaliação. - Analisar criticamente o significado, o alcance e o limite dos indicadores de avaliação disponíveis e/ou a serem coletados como dados primários. - Identificar os referencias teóricos e distintos instrumentos e técnicas utilizadas na avaliação quantitativa e qualitativa e sistemas locais de saúde.
Desenvolver a compreensão dos conceitos fundamentais da Estatística. Ensinar técnicas de análise de dados e de inferência estatística. Incentivar a aplicação desses conhecimentos e técnicas nas atividades científicas ligadas ao campo da saúde pública.