Group 2.1

  • Felipe Ferreira Colona, 15636525
  • Daniel Mistieri Foloni, 15446899
  • Sandro Cardenas Vilca, 16796589
  • Caio Capocasali, 12541733
  • Ari Gamboa Aguilar, 16796572
1.1 As duas tecnologias escolhidas foram: MIME-Type e o TCP/IP, ambas reutilizadas na WWW. O HTTP durante sua criação, necessitou indicar ao servidor qual seria o tipo do conteúdo que seria trocado entre eles. Para isso, Tim Berners-Lee se utilizou do MIME-Type, um padrão já existente que especificava tipos de dados enviados por email, para criar o header "Content-Type". Além disso, o HTTP utilizou o pré-existente protocolo de troca de pacotes TCP/IP que possibilitou a comunicação cliente-servidor.
1.2 As vantagens são: Já existência de documentação, as pessoas já estarem acostumadas a usá-lo e funcionar de forma eficiente. O TCP/IP foi usado porque é um protocolo confiável e que se tornou o padrão usado para conectar-se à Internet e aos servidores da Web. É compatível com muitos sistemas operacionais e hardware. É adequado para redes de qualquer tamanho, desde residências até empresas. É compatível com ferramentas padrão para análise e monitoramento do desempenho da rede. É o protocolo padrão usado em todo o mundo para se conectar à Internet. Em relação ao MIME-Type, as vantagens são parecidas: Era o padrão para envios de email, era muito utilizado e não existia alternativas bem desenvolvidas na época.
1.3 Acreditamos que não seria possível o HTTP ter utilizado uma alternativa ao TCP/IP. Nesse sentido, até existia outro protocolo de rede muito utilizado na época, o chamado NCP, criado pela ARPA. Contudo, o fato de ser mais antigo que o TCP/IP, ser mais focado em uso militar e ser restrito às Arpanet, o tornou uma má escolha. Quanto ao MIME-Type, na época não existia uma alternativa viável de especificações de tipos de dados para Internet, sendo assim, a escolha foi acertada.


2.1 Não concordamos com a perspectiva do vídeo.
2.2 Em relação à perspectiva ética, tanto a Microsoft e a Netscape são empresas que utilizaram técnicas e estratégias para dominar o mercado. A Microsoft, ao final, apenas usou sua dominância no mercado de sistemas operacionais para propagar o Internet Explorer(IE) e os consumidores tinham total liberdade de instalarem o Netscape em seus computadores Windows.

2.3 Alguns fatos demonstram que a Microsoft agiu de forma ética, apenas defendendo seus próprios interesses, entre eles:
  • Fragmentação por características proprietárias: Na primeira fase da “Guerra dos Browsers”, cada empresa implementou extensões e caraterísticas proprietárias nos seus browsers para marcar a diferença e ganhar quota de mercado. A Microsoft, por exemplo, não seguiu alguns dos protocolos padrões do HTTP, o que levou a alguns problemas de compatibilidade. Embora a concorrência tenha estimulado o desenvolvimento de novas características, também mostrou que era necessário normalizar para tornar a navegação na Web consistente e mais eficiente.
  • Criação de novos browsers: A concorrência intensa obrigou os fabricantes a melhorarem rapidamente o desempenho, a segurança e a compatibilidade dos seus programas de navegação. O Netscape, por exemplo, era pago para uso comercial, mas com a competição com o Internet Explorer, teve que tornar-se completamente gratuito e, ao final, tornou-se de código aberto, permitindo a criação de novos Browsers, como o Firefox.