Group 2.3

Group Discussion: WWW History


Bruno Kazuya Yamato Sakaji - 14562466

Douglas da Fontoura Pereyra - 14566686 (Coordenador)

Henrique Vilela Zucoloto - 14578515 (Editor)

Leonardo Marangoni - 14747614

Luis Asuncion - 16796593


1 - Para provar a frase usamos de exemplo o HTML e o HTTP.

HTML:

1.1 - Para criar o HTML foi reutilizado partes do SGML (Standard Generalized Markup Language), que é um padrão de marcação utilizado para estruturar documentos.

1.2 - Permitiu manter um padrão para documentos na web e facilitou a adoção da nova tecnologia por organizações que já usavam o SGML.

1.3 - Sim. Uma outra alternativa seria o LaTeX, pois também é um padrão de marcação para estruturar documentos. Apesar disso, usar o LaTeX não seria uma boa ideia por ser mais complexo que o SGML.


HTTP:

1.1 O HTTP foi projetado sobre o protocolo TCP/IP, que já era a base principal da comunicação em redes. Isso permitiu implementar o HTTP como um protocolo de aplicação que tirava proveito dos serviços de transporte oferecidos pelo TCP/IP.

1.2 Reduziu a complexidade no desenvolvimento, pois os conceitos de requisição e resposta já eram conhecidos e facilitou a integração com redes já existentes.

1.3 Não. Apesar de existirem outros modelos de comunicação, utilizar o protocolo TCP/IP e o paradigma cliente–servidor foi uma ótima escolha. Isso diminuiu a necessidade de inventar um novo protocolo de rede e permitiu que a web se beneficiasse imediatamente de uma base bem suportada, já comprovada em sua eficácia.




2.1 - Sim, nosso grupo acredita que houve uma concorrência desleal entre Microsoft e Netscape na guerra dos browsers.

2.2 - Pois houve um claro foco nas funcionalidades e desenvolvimento web, com diferentes empresas seguindo diferentes abordagens, além de artimanhas de empresas a forçarem a usuários usarem suas aplicações

2.3 - Fato 1: A falta de padronização no desenvolvimento web dificultava a criação de sites compatíveis entre diferentes navegadores. O domínio do Internet Explorer, com seus padrões próprios, acentuava esse problema. Com o crescimento de navegadores modernos como o Google Chrome e o surgimento do HTML5, que consolidou uma padronização para aplicações web.

Fato 2: Ao integrar o Internet Explorer no Windows, a Microsoft conseguiu ampla distribuição do navegador, o que foi decisivo para superar o Netscape Navigator. Essa prática foi uma das principais estratégias durante a Guerra dos Navegadores e levou a ações legais por parte de órgãos reguladores, por práticas anticompetitivas.