Programação

  • AULA 1 - 07 DE AGOSTO – Apresentação do programa de curso; AULA NO MAC USP mostra “Paradoxos da arte contemporânea”


    AULA 1 – 07/08 –  Apresentação do programa de curso; AULA NO MAC USP mostra “Paradoxos da arte contemporânea”

    Indicação de leitura para esta aula:

    1. Leidiane Carvalho, verbete “Perspectiva” In: Marcelo Campos, Maria Berbara, Roberto Conduru & Vera Beatriz Siqueira (orgs.). História da arte ensaios contemporâneos. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2011, pp. 390-391.

    2. Fernanda Marinho, verbete “Tradição clássica” In: Idem ibidem, pp. 399-400.

    Local da aula: MAC USP Ibirapuera 

    Endereço: Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301 - Auditório 1o. andar


    Resumo da aula 1 - 7/08

    Orientações gerais:

     

    Assinatura da chamada disponível até 14h30

    Até 3 faltas no semestre

    Avaliação divida em Seminários em grupo e Trabalho final individual de análise de uma obra do acervo MASP

    Participação obrigatória nas visitas ao museu – MASP agendado para 9/10, e MAC USP 8/12

    Entrega de esboço da análise da obra escolhida acervo MASP dia 23/10

    Entrega do trabalho final é presencial e obrigatória – agendado para 4/12

    *ATENÇÃO A ALTERAÇÃO DAS DATAS EM NEGRITO


    Programa, resumos das aulas, indicações complementares de leitura aula a aula, PDF dos textos dos seminários e lista de obras do MASP - disponíveis em https://edisciplinas.usp.br/course/view.php?id=63630  

     

    Links comentados em aula:

    http://www.figura.art.br/ - Revista Figura 

    https://masp.org.br/ - MASP - para ver o acervo clicar em Menu > Acervo > Pesquise no Acervo

     

    A disciplina irá discutir a “Era da História da Arte”, abrangendo os períodos do Renascimento, Maneirismo, Barroco e Rococó, que determinaram a instauração da tradição clássica. Consideramos de especial importância conhecer os cânones para poder discutir ou criticar e compreender a circulação e disseminação do modelo clássico nos períodos subsequentes.

     

    Visita à exposição Paradoxos da Arte Contemporânea

    Observação e análise das obras de Regina Silveira

    Primeiramente foi solicitado aos alunos observar 3 conjuntos de obras de Regina Silveira na exposição para discussão posterior com a professora.

    A primeira obra analisada foi “Sem título (Álbum Anamorfas), 1981, litografias que apresentam objetos cotidianos e desenhos lineares dos mesmos objetos, mas agora distorcidos. Para produção das gravuras, a artista usa uma combinação de técnicas, que vão desde o desenho, fotografia, litografia além do uso da técnica de anamorfose para obter as diferentes perspectivas dos objetos, conforme as técnicas descritas nos mais tradicionais manuais de desenho do Renascimento. Ao recorrer aos tratados de desenho, a artista se utiliza tanto da tradição quanto desconstrói hierarquias, pois as utiliza em objetos dos mais banais. Esse confronto e banalização dos objetos, busca revelar não mais a função, mas sim a forma, e se repete nas demais obras, como no caso dos cartões postais, onde a sombra projetada parece se sobrepor, provocando contraste e descaracterização da função.

    Na obra "Paradoxo do Santo", 1994, um singelo objeto de arte popular representando Santiago Matamoros, a cavalo e com espada em punho, projeta uma enorme sombra que toma todo espaço da parede. Um olhar atento revela que aquela sombra não pode ser a do objeto em primeiro plano, e sim a silhueta do Monumento a Duque de Caxias, de Victor Brecheret, instalado na Praça Princesa Isabel, em São Paulo. Aqui o diálogo também se mantém no nível conceitual, uma vez que a pequena escultura de arte popular é do santo patrono do exército espanhol, os grandes colonizadores da América Latina. Assim a sombra do patrono do exercito brasileiro e defensor da independência do Brasil ecoa no símbolo da conquista das Américas.

  • AULA 2 - 14/08 - Baixa Idade Média e emergência da cultura humanista do Renascimento

    AULA 2 - 14/08 -   Baixa Idade Média e emergência da cultura humanista do Renascimento

    Indicação de leitura para esta aula:

    1. Ernst Gombrich, caps. 9 e 10 de A História da Arte 

      GOMBRICH, E. A História da Arte. Rio de Janeiro: Zahar, 1979. (709 G632h / ECA)



    Resumo da Aula 02 – 14/8/18

     

    A “Igreja Militante” e a “Igreja Triunfante”: O Gótico na Europa Ocidental (sécs. XII a XIII)

     

    Breve revisão do semestre anterior.

    Bizâncio X Roma

    No ícone Bizantino a imagem é o sagrado, divino, enquanto em Roma a pintura era representação, ilustração da narrativa bíblica.

    A disseminação do cristianismo

    Igreja militante e triunfante – as cruzadas levam a expansão e consolidação da fé cristã. Paralelamente a invasão mulçumana da Península Ibérica leva a convivência na Europa de 3 religiões: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo.

    O Palácio de Alhambra, Granada, Espanha, é um exemplo dessa convivência. De fortaleza construída sobre fortificação romana, partes do palácio construídas pelo Sultão, com decoração tradicional em padrões geométricos, foram mantidos mesmo após a reconquista pelos reis católicos Fernando de Aragão e Isabel de Castela.

     

    Estilo Gótico

    Termo vem dos nomes das tribos Teutônicas (Godos, Visigodos, Ostrogodos, que ocupavam o norte da Europa) – tem como principal inovação a invenção dos arcos em ogiva ou arcos botantes, que possibilitam maior leveza para construção, verticalização e abertura de grandes janelas em vitral.

    A Catedral de Charles, França, construída no século XIII pode ser considerada a primeira nesse estilo. Torres desiguais evidenciam a construção ao longo de várias gerações.  A lentidão das construções leva a necessidade especialização dos trabalhadores, que passam a se organizar em guildas ou corporações de ofícios. Os mestres de ofícios, além da tradicional transmissão oral dos conhecimentos e técnicas, passam a utilizar também os TACUINI, cadernos com descrição dos modelos e técnicas de construção, verdadeiros cadernos de receitas para auxiliar na continuidade dos projetos.

     

    Renascimento

    Termo usado pela primeira vez por Jules Michelet e Jacob Burckhardt no século XIX, principal teórico e especialista do período.

    Principais características: Humanismo, Visão secular do mundo, desenvolvimento da cultura urbana, mercantilismo, Estados-nação e forma de governo absolutista, formação dos gabinetes de curiosidades.

    Nas artes: invenção da perspectiva linear e perspectiva histórica, invenção da pintura de cavalete, do formato retrato e representação da paisagem, recuperação dos padrões da antiguidade clássica.

     

    O Renascimento é essencialmente um fenômeno Italiano, mais precisamente florentino. Florença era uma das cidades mais ricas do período, desenvolvimento da ideia de mecenato aos artistas.

     

    Giorgio Vasari – periodização do Renascimento

    O livro Vidas dos Artistas oferece uma primeira ideia de uma “História da Arte” a partir do relato sobre a vida dos artistas.

     

    (Link apenas conhecimento e referência da edição em português)

    https://www.amazon.com.br/Vidas-dos-Artistas-Giorgio-Vasari/dp/8578274288?tag=goog0ef-20&smid=A37OD7E7NPY0GA&ascsubtag=d191a3d9-20db-44e8-872f-7c952d611ace

     

    1º Momento (1300-1400) – retomada do estudo do modelo natural; citação e referência à cultura da Antigüidade; para Vasari: “retomada do bom caminho da arte”

    na pintura: Giotto (decoração da Basílica de São Francisco de Assis); na escultura: irmãos Pisano (esculturas da Catedral de Pisa); na arquitetura: Arnolfo di Cambio (finalização do edifício da Catedral de Florença)

     

    2º. Momento (1400-1500) – descoberta da perspectiva linear; para Vasari: período do que ele chama de maniera dura (estilo duro) = presença do contorno do desenho

    na pintura: Masaccio (afrescos da Capela Brancacci); na escultura: Donatello (profetas do campanário da Catedral de Florença); Na arquitetura: Brunelleschi (cúpula da Catedral de Florença)

     

    3º. Momento (1500-1520) – auge do Renascimento; perspectiva aérea; composição piramidal; para Vasari: período do que ele chama de maniera morbida (estilo suave) = contorno do desenho é esfumaçado

    na pintura: Leonardo, Michelangelo e Rafael; na escultura: Michelangelo (que, para Vasari, é o maior artista de todos os tempos; o único que alcançou a grandeza dos antigos); na arquitetura: Donato Bramante (Tempieto, no Vaticano)

     

    A influência da leitura de Vasari ainda é evidente na distribuição das obras da Galleria degli Uffizi, em Florença, no projeto do arquiteto modernista Carlo Scarpa de 1956.


    • AULA 3 - 21/08 – Renascimento na Itália: Florença como modelo

      AULA 3 - 21/08 – Renascimento na Itália: Florença como modelo - FECHAR GRUPOS E ESCOLHA DO TEXTO, ORIENTAÇÕES DE PREPARAÇÃO DO SEMINÁRIO EM GRUPO

      Indicação de leitura para esta aula:

      1. Maria Berbara, Introdução de Renascimento italiano. Ensaios e traduções

      2. Luiz Marques, “As origens mediterrâneas do Renascimento”, idem
        BERBARA, Maria (org.). Renascimento Italiano. Ensaios e traduções. Rio de Janeiro: Nau Editora, 2010.


      Resumo da Aula 3 – 21/08/18

      Renascimento Italiano: O modelo de Florença

       

      Vasari (Arezzo, 1511 - Florença, 1574) foi um artista maneirista de fundamental importância no desenvolvimento da arte florentina.

      Seus principais projetos foram:

      - A publicação de Vidas dos Artistas – sistematização das biografias dos artistas (comentado na aula anterior).

       

      - Projeto arquitetônico do Palazzo degli Uffizi – sede dos escritórios do magistrado de Florença. Nas galerias da Tribuna ficavam expostas as obras de estatuária da coleção Médici (primeira ideia de um museu aberto à visitação pública)

       

      - Academia das Artes do Desenho, fundada em 1563 (Michelangelo foi o primeiro diretor).

       

      A Academia estabelece de um currículo padrão para formação do artista, a partir de disciplinas como geometria (perspectiva linear), matemática (estudo das proporções) e filosofia (estudo da antiguidade clássica, modelos de representação e narrativa).

       

      O projeto de Vasari para a Academia das Artes do Desenho é a consolidação da transformação das artes visuais de Artes Mecânicas em Artes Liberais.

       

      Para Vasari, as Artes do Desenho englobam a Pintura, Escultura e Arquitetura. O desenho, entendido como Projeto ou Ideia, representa a capacidade de invenção do artista, uma vez que apenas Deus cria, o artista inventa a partir do cultivo da erudição.

       

      O período medieval herdou da antiguidade clássica o conceito de Artes Liberais (ou Artes Maiores), sendo elas o Trivium (gramática, lógica/ dialética, retórica) e o Quadrivium (aritmética, geometria, astronomia, música), ofícios de transmissão de conhecimento, desempenhados pelos homens livres.

      As Artes Mecânicas (ou Artes Menores) eram os ofícios servis de transmissão de técnicas de tecelagem, agricultura, arquitetura, guerra/ vida militar, comércio, culinária e metalaria (trabalho com metais), ou ainda, navegação, medicina, artes teatrais.

       

      Para Vasari, a pintura, escultura e arquitetura, por terem como base a ideia de desenho/projeto dizem mais respeito ao pensamento e a elaboração intelectual próprio das Artes Liberais, do que ao aspecto de execução e manipulação da matéria das Artes Mecânicas, elevando a categoria dos artistas.

       

      Referências das imagens:

       Sugestão para consulta: www.wga.hu 


      Vênus Medicea (ou Vênus pudica), séc. II - I a.C., mármore, só foi exposta na Tribuna a partir do séc. XVII, mas virou um símbolo dos Uffizi.

      Johan Zoffany, “A Tribuna dos Uffizi”, 1772-78 e uma vista estereoscópica da Underwood & Underwood, da Tribuna dos Uffizi, virada séc. XIX/XX

      Domenico di Michelino, “Dante e a divina comédia”, 1465, afresco, nave central do Duomo de Florença.

      Masaccio, “Santíssima Trindade”, 1425-28, afresco, Igreja de Santa Maria Novella, Florença.

      Cúpula do Duomo de Florença, de autoria de Filippo Brunelleschi, 1446-1461

      Masaccio, Capela Brancacci, 1426-82, afresco, Igreja de Santa Maria del Carmine, Florença; (alto) detalhe do “Pagamento do tributo”, 1426-27

      Paolo Uccello, “Bernardino della Ciarda caindo do cavalo”, 1450 ca., têmpera/madeira, Galleria degli Uffizi, Florença

      Piero della Francesca, “A flagelação de Cristo”, 1455 ca., óleo e têmpera/painel, Galleria Nazionale delle Marche, Urbino

      Sandro Botticelli, “Adoração dos reis magos”, 1475 ca., têmpera/painel, Galleria degli Uffizi, Florença

      Sandro Botticelli, “Primavera”, 1482 ca., têmpera/painel, Galleria degli Uffizi, Florença

      Sandro Botticelli, “O nascimento de Vênus”, 1485 ca., têmpera/tela, Galleria degli Uffizi, Florença

    • AULA 4 - 28/08 – A pintura no estágio clássico: Leonardo, Michelangelo e Rafael

      Aula 04 – 28/08/18

      Leonardo, Rafael e Michelangelo - A instauração da tradição clássica

      Principal referência de leitura Heinrich Wölfflin, A arte clássica, 1899.

       

      Resumo da Aula:

      Estabelece a partir da maturidade artística de Leonardo da Vinci, Rafael e Michelangelo a origem da arte clássica, a partir das experiências dos seus mestres do Quattrocento:

      Leonardo da Vinci - Bottega de Andrea del Verrocchio (pintor, mas sobretudo escultor)

      Michelangelo Buonarroti - Bottega de Domenico Ghirlandaio (pintor)

      Raffaello Sanzio - Bottega de Perugino (pintor)

       

      Wölfflin situa a ideia Renascimento Pleno (Cinquecento), chamado por Vasari de “Estilo Suave” (ou chiaroscuro), a partir da determinação das seguintes características:

      - Domínio da perspectiva linear e da composição;

      - Erudição clássica;

      - Disseminação da forma clássica;

      - Concentração dos grandes projetos de mecenato.

       

      O livro foi escrito num momento de retomada da importância do período, grande valorização e retomada do colecionismo a partir da ideia de Old Masters. Intensas pesquisas de procedência, atribuição e autenticação de obras pelo método de Berenson (Italian Drawings of the Renaissance).

      Compras massivas por colecionadores norte americanos e formação de coleções. Parco controle italiano da saída de obras, sem legislação de patrimônio estabelecida.

       

      Na comparação das imagens podemos ver as referências aos mestres, ao mesmo tempo que fica evidente a evolução de questões de desenho, composição e animação das figuras incorporados por Leonardo, Rafael e Michelangelo.

       

      Referência das imagens:

      As imagens podem ser acessadas em: www.wgu.hu


      Andrea del Verrocchio, “O batismo de Cristo”, 1472-75, óleo/madeira, Galleria degli Uffizi, Florença

      Leonardo da Vinci, “A anunciação”, 1472-75, têmpera/madeira, Galleria degli Uffizi, Florença

      Ambrogio Lorenzetti, “Anunciação”, 1344, têmpera/madeira, Pinacoteca Nazionale, Siena,

      Fra Angelico, “Anunciação”, 1440-42, afresco, Convento de San Marco, Florença

      Domenico Ghirlandaio, “Adoração do Menino Jesus”, s.d., Pinacoteca Ambrosiana, Milão

      Michelangelo, “A sagrada família (Tondo Doni)”, 1506 ca., têmpera/madeira, Galleria degli Uffizi, Florença

      Perugino, “O casamento da Virgem”, 1500-04, óleo/madeira, Musée des Beaux-Arts, Caen

      Perugino, “Cristo entregando as chaves a São Pedro”, 1481-82, afresco, Capela Sistina, Vaticano

      Rafael, “O casamento da virgem”, 1504, óleo/madeira, Pinacoteca di Brera, Milão

      Rafael, “Madona do pardal”, 1507, óleo/madeira, Galleria degli Uffizi, Florença; Rafael, “Madona do prado”, 1506, óleo/madeira, Kunsthistorisches Museum, Viena

      Rafael, “A sagrada família Canigiani”, 1507, óleo/madeira, Alte Pinakothek, Munique

      Leonardo, “A Virgem com o Menino Jesus e Sant’Ana”, 1510 ca., óleo/madeira, Museu do Louvre, Paris;

      Michelangelo, “A Sagrada Família (Tondo Doni)”, 1506 ca., têmpera/madeira, Galleria degli Uffizi, Florença;

      Rafael, “A sagrada família Canigiani”, 1507, óleo/madeira, Alte Pinakothek, Munique

      Leonardo, Estudo para o Monumento equestre do Duque Ludovico Sforza, 1488-89, desenho, Biblioteca Real, Windsor

      Donatello, Monumento equestre Gattamelata, 1447-50, bronze, Piazza del Santo, Pádua;

      Leonardo, estátua equestre (estudo), 1516-19, bronze, Museu Nacional, Budapeste - provavelmente estudo para monumento equestre para Rei Francisco I, França

      Leonardo, grupo de cavaleiros para a Batalha de Anghiari, 1503-04, desenho, Biblioteca Real, Windsor;

      Autor desconhecido, cópia de um grupo de cavaleiros da Batalha de Anghiari de Leonardo, 1503-05, óleo/madeira (perdido) - decoração para a Sala do Conselho dos 500, Palazzo della Signoria, Florença

      Michelangelo, estudo para a Batalha de Cascina, 1505, óleo/madeira, Holkham Hall, Norfolk

      Andrea del Verrocchio, “O jovem Davi”, 1473-75, bronze, Museo Nazionale del Bargello, Florença;

      Donatello, “São Jorge”, 1416 ca., mármore, Museo Nazionale del Bargello, Florença;

      Michelangelo, “Davi”, 1504, mármore, Galleria dell’Accademia, Florença

      Piero di Cosimo, “Simonetta Vespucci”, 1480 ca., óleo/madeira, Museu Condé, Chantilly;

      Leonardo, “La belle ferronière”, 1490 ca., óleo/madeira, Museu do Louvre, Paris

      • 04/09 – NÃO HAVERÁ AULA (SEMANA DA PÁTRIA)

        Bom Feriado e até semana que vem!!

        • AULA 5 – 11/09 – Renascimento na Itália: Veneza; 2a. parte - Seminário

          Resumo Aula 5 – 11/9 – Renascimento em Veneza

           

          Segunda Edição das Vidas, de Vasari (1568)

          A edição foi complementada com as biografias dos pintores venezianos, criando comparações e paralelos com os artistas florentinos

           

          Florença = desenho + perspectiva linear

          Veneza = cor + sobreposição de planos para efeito de perspectiva

           

          Principais mestres venezianos:

          - Quattrocento: Giovanni Bellini e Andrea Mantegna (que Vasari define como detentores do “estilo duro”

          - Cinquecento: Giorgione e Ticiano

           

          Imagens apresentadas:

          Andrea Mantegna, “Madonna das Cavernas”, 1489-90 ca., têmpera sobre madeira, Galleria degli Uffizi, Florença

          Giovanni Bellini, Madona e Menino Jesus”, 1480-90, óleo/painel, Accademia Carrara, Bergamo

          Giovanni Bellini, “A Madonna do Prado”, 1505 ca., transferido da madeira para tela, National Gallery, Londres

          Giorgione, A Tempestade, 1508 ca., óleo sobre tela, Galleria dellAccademia, Veneza

          Giorgione, “Vênus Adormecida”, 1510 ca., óleo sobre tela, 108 x 175 cm, Gemäldegallerie Alte Meister, Dresden

          Giorgione, O Concerto Campestre”, 1508-09, óleo sobre tela, Museu do Louvre, Paris

          Ticiano, Amor Sacro e Amor Profano, 1514, Galleria Borghese, Roma

          Ticiano, Madonna com santos e membros da Família Pesaro”, 1519-26, óleo sobre tela,  Igreja de Sta Maria dei Frari, Veneza

          Ticiano, “Vênus de Urbino”, 1538, óleo sobre tela, Galleria degli Uffizi, Florença


          Seminário Michael Baxandall, “As condições do mercado” (cap. 1)

          BAXANDALL, M. O Olhar Renascente: Pintura e Experiência Social na Itália. São Paulo: Paz e Terra, 1991. (709.024 B355o / ECA)

          Grupo 1

          Victor Gouvêa

          Kaliandra Andrade

          Pablo Walace

          Leandro Lima

        • AULA 6 - 18/09 – A pintura no norte da Europa ; 2a. parte - Seminário

          Resumo Aula 6 – 18/9 – O Renascimento no norte da Europa

          Distinção entre Renascimento Italiano e Renascimento ao norte da Europa (regiões da Alemanha, França, Inglaterra e Flandres)

           

          - Itália = Formas idealizantes, clássicas / Itália sentia-se herdeira da tradição greco-romana

          - Norte da Europa = Formas naturalistas, realistas / Processo de colonização” da cultura bárbara/ crítica à opulência católica pelo Protestantismo

           

          Com a ascensão do Protestantismo, sobretudo na Alemanha, houve uma revisão do papel da imagem na disseminação dos valores religiosos. A pintura se volta para representação de cenas do quotidiano, ganhando destaque a pintura de gênero e a pintura de paisagem.

           

          A invenção da prensa por Gutenberg contribuiu para disseminação do conhecimento, favorecendo um processo de deshierarquização.

           

          Seguindo o modelo de vasariano, Karel van Mander (1548-1606), escreve Schilder-Boeck (ou O livro da pintura, ou ainda O livro dos pintores), em 1604, fazendo uma biografia dos artistas da região de Flandres.

           

          Imagens aprentadas:

          Jan van Eyck (1390 ca. 1441), O Retábulo de Ghent, 1432, óleo/madeira, cada painel 146.2 x 51.4 cm, Catedral de São Bavo, Ghent

          Hugo van der Goes, Tríptico Portinari (Adoração dos pastores), 1476-79,

          óleo/madeira, 253 x 586 cm, Galleria degli Uffizi, Florença

          Rogier van der Weyden (1400-1464), A Descida da Cruz”, 1435 ca., óleo/madeira,220 x 262 cm, Museo del Prado, Madri

          Albrecht Dürer (1471-1528), “A Natividade, 1504, gravura, 183 x 120 mm, Staatliche Museen, Berlim

          Albrecht Dürer, Adão e Eva, 1504, gravura, 252 x 194 mm, Staatliche Kunsthalle, Karlsruhe

          Albrecht Dürer, “Auto-retrato com 26 anos”, 1498, óleo/madeira, 52 x 41 cm, Museo del Prado, Madri

          Albrecht Dürer, Auto-retrato com manto com gola de pele, 1500, óleo/madeira, 67,1 x 48,7 cm, Alte Pinakothek, Munique - inscrição (além do anagrama): Assim, eu, Albrecht Dürer de Nuremberg, me pintei com cores indeléveis, aos 28 anos.

          Matthias Grünewald (1480 ca. – 1528), “A Crucificação” (Altar de Isenheim),

          1515, painel para o altar de Isenheim, óleo/madeira, 269 x 307 cm, Museu  Unterlinden, Colmar

          Lucas Cranach o velho, “Adão e Eva”, 1528, óleo/madeira, 172 x 63 cm e 167 x 61 cm, Galleria degli Uffizi, Florença

          Rafael, “Adão e Eva, detalhe do afresco do teto, Stanza della Segnatura, 1509-11, Vaticano, Roma

          Hyenonimus Bosch, “O juízo final”, 1504-08, técnica mista/madeira, 163 x 128 cm (painel centrall), 167 x 60 cm (cada lateral), Academia de Belas Artes, Viena

          Pieter Bruegel, “Caçadores na neve (janeiro)”, 1565, óleo/madeira, 117 x 162 cm, Museu de História da Arte de Viena


          Seminário Eugenio Garin, “A cidade ideal” (cap. 2)

          GARIN, Eugenio. Ciência e vida civil no Renascimento Italiano. São Paulo: Editora da UNESP, 1994.


          Grupo 2

          Gilmar Luiz Brito

          Alice Veríssimo

          Mariana Ribeiro Petito

          André Shalders

          Ana Thereza Almeida

          *Açucena Miranda

        • AULA 7 - 25/09 – ORIENTAÇÕES VISITA MASP E TRABALHO FINAL - A escultura até Michelangelo ; 2a. parte - Seminário

          Resumo Aula 7 – 25/9 – A escultura no Renascimento, até Michelangelo

          Retomada dos elementos da estatuária greco-romana como referência na formação do imaginário.

          Eram conhecidas especialmente as cópias romanas de clássicos gregos (perdidos), presentes nas coleções monárquicas e do Vaticano.

          Período clássico = era de Péricles (séc. IV a.C. - construção do Parthenon)

           

          Principais características:

          - Aspecto naturalista

          - Escultura tuttotondo(para ser vista de todos os ângulos) – compreensão da escultura como objeto tridimensional

          - Oposição ao relevo (ponto de vista único)

           

          Formas recorrentes que voltaram a ser exploradas:

          - Busto (retrato)

          - Estátua esquestre

          - Arco do Triunfo (incorporação de tesouros conquistados)

           

          Diferenciação entre estátua (decorativa) e escultura (forma autônoma no espaço)


          Referências importantes na retomada da estatuária greco-romana

          - Irmãos Pisani complexo do Duomo e Batistério de Pisa

          - Construção do Batistério e da fachada do Duomo de Florença

          - Portas do Batistério por Ghiberti

          - Esculturas do campanário do Duomo por Donatello

          - Decoração de Orsanmichele por Donatello, Verrocchio, Nanni de Banco e Ghiberti

          - Estátuas equestres por Donatello e Verrocchio

          Referência de Leitura: De Statua, de Leon Battista Alberti, 1464

           

          Escultura de Michelangelo como paradigma da escultura clássica

          Michelangelo é a principal referência para a geração maneirista. Vasari o toma com modelo ideal.

           

          - Experiências com relevos

          - Desprendimento da figura dos nichos

          - Descoberta da escultura tuttotondo

          - Figuras serpenteadas – torção dos corpos

          - Escravos para túmulo de Júlio II (inacabadas)

          - Versões da Pietà – desmaterialização

          - Preferência pela escultura em mármore

          - “Via da levare”desbastar a matéria até libertar a figura de dentro do bloco

           

          Imagens apresentadas:

          Algumas esculturas greco-romanas estudadas pelos artistas entre os séculos

          XIII e XVI: Apolo Belvedere, Vênus Pudica, estátua equestre de Marco Aurélio, Laocoonte

          Nicola Pisano, “Força”, 1260, mármore, batistério de Pisa; A crucificação”, 1260, mármore, detalhe do púlpito do batistério de Pisa

          Lorenzo Ghiberti, porta oriental do batistério de Florença, 1425-52, bronze dourado; detalhe de “Jacó e Esaú

          Donatello, O profeta Habakkuk”, 1423-26, mármore, Duomo de Florença

          Donatello, “São Jorge” (detalhe e disposição atual), 1416 ca., mármore, Museo

          Nazionale del Bargello, Florença - originalmente na fachada de Igreja de Orsanmichele - comparar com seu “Davi”, 1409, mármore, Museo Nazionale del Bargello, Florença

          Nanni di Banco, Quatro santos coroados”, 1408-13, mármore; Andrea Verrocchio, Cristo e Tomás”, 1476-83, bronze, Orsanmichele, Florença

          Donatello, Estátua equestre de Gattamelata, 1447-50, bronze, Piazza del Santo, Pádua;

          Verrocchio, Estátua equestre de Colleoni, 1481-95, bronze dourado, Campo dei Santi Giovanni e Paolo, Veneza

          Michelangelo, Batalha”, 1492 ca.; “Madonna da escada”, 1490-92, mármore, Casa Buonarotti, Florença

          Michelangelo, “Baco”, 1497, mármore, Museo Nazionale del Bargello, Florença - escultura de jardim, comissionada pelo banqueiro Jacopo Galli

          Michelangelo, duas versões da Madonna com o Menino Jesus: 1501-05, O.L.Vroukerke, Bruges; (dir.) dita Madonna Medici, 1521-31, Sacristia

          Nova, Igreja de San Lorenzo (túmulos Medici), Florença

          Michelangelo, primeira versão do projeto para o túmulo do Papa Júlio II, 1505, desenho, Galleria degli Uffizi, Florença; “Moisés”, 1515, mármore, San Pietro in Vincoli, Roma

          Michelangelo, (esq) “Escravo moribundo”, 1513, mármore, Museu do Louvre; e“Escravo (Atlas)”, 1519-36, mármore, Galleria dellAccademia, Florença

          Michelangelo, “Pietà”, 1499, mármore, Basílica de San Pietro, Roma; “Pietà”, 1550 ca., mármore, Museo dellOpera del Duomo, Florença - Michelangelo teria concebido esta segunda versão para seu túmulo

          Michelangelo, “Pietà Rondanini”, 1552-64, mármore (inacabada), Castello Sforzesco, Milão



          Seminário Erwin Panofsky, “A história primitiva do homem nos dois ciclos de pinturas de Piero di Cosimo (cap. II)

          PANOFSKY, E. Estudos de Iconologia. Lisboa: Estampa, 1982. (704.9 P22sP/FFLCH)


          Grupo 3

          Bianca Melo Mimiza

          André Batista

          Murillo Caldeira

          Wesley Souza Sobrinho

        • AULA 9 – 09/10 – A difusão da arte do Renascimento na Europa e no mundo colonial; 2a. parte - Seminário;

          Resumo Aula 8 – 10/10 – Renascimento e o mundo colonial: a imagem do Brasil no século XVI

          Renascimento e expansão colonial

          Emergência da cultura humanista e do mercantilismo colonização das chamadas “Índias ocidentais

          Grandes escolas de navegação da Europa - Gênova (Itália) e Sagres (Portugal)

          Os primeiros grandes navegadores são italianos: Marco Polo, Cristoforo Colombo (ou o nosso Cristóvão Colombo) e Amerigo Vespucci

          Descoberta da América - 1492

          Descoberta do Brasil - 1500

           

          Interpretação do novo mundo pela Europa:

          Ver catálogo de Ana Maria Belluzzo, O Brasil dos viajantes, vol. I, em que ela propõe que há diferentes aspectos que são empregados, pelos vários territórios europeus, na construção de um imaginário sobre a América - e sobre o Brasil (que é o que nos interessa aqui):

          FLORENTINOS - apreensão do novo território através dos parâmetros dados pelos textos da Antiguidade - modelos clássicos para interpretação e construir imagens do novo mundo - importância das cartas de Amerigo Vespucci para tanto - que circulam em toda a Europa e vão sendo acrescidas de ilustrações.

          PORTUGUESES - enorme contribuição técnica - desenvolvimento da CARTOGRAFIA - mapas mais precisos geograficamente.

          ALEMÃES, FLAMENGOS E HOLANDESES – introdução do elemento psicológico nas representações

          FRANCESES - o mito do bom selvagem (homem em estado de natureza) e o canibalismo - ver Michel de Montaigne, em seus Essais (2 volumes publicados em 1580.

           

          Relação entre a cultural visual renascentista e o mundo colonial:

          Tratar do caso do Brasil, e mais especificamente, a imagem da etnia Tupinambá que emerge do contato e do comércio de madeira pau-brasil com exploradores europeus - sobretudo o papel da manufatura têxtil e tintura da França (Rouen).

          OBS: lembrar que as primeiras imagens que circularam na Europa sobre o território americano, no início do século XVI, são gravuras que acompanham as cartas de Amerigo Vespucci, difundidas na forma de folhetim.

          Ver Amerigo Vespucci (ou em português, Américo Vespúcio), Lettere di Amerigo Vespucci delle isole nuovamente trovate in quattro suoi viaggi, 1504; e ainda seu Mundus novus, 1505 - primeira imagem de canibalismo

          O nome dado ao continente, é sugerido pelo cartógrafo alemão, Martin Waldseemüller, em homenagem ao cosmógrafo florentino, em 1507.

           

          Johann Froschauer (?), Imagem do novo mundo, 1505 ca., xilogravura aquarelada - publicada com um trecho da carta Mundus novus de Amerigo Vespucci, Augsburgo - New York Public Library

           

          O Brasil e os navegadores normandos (França)

          Imagens dos índios que habitavam a costa brasileira - fruto do comércio para extração de pau-brasil (1500-1550 ca.)

          Ver relevos da Igreja de Saint-Jacques, em Dieppe (costa da Normandia) e relevos em madeira hoje no Museu de Antiguidades de Rouen - 1530 ca.

          E particularmente - o chamado Bal des brésiliens, que compôs o cortejo/festejo da entrada do Rei Henrique II, da França, na cidade de Rouen, em outubro de 1550

          Sobreposição do festejo triunfal dos antigos, o teatro greco-romano e o cortejo dos imperadores romanos com um grupo de atores, nus, com os corpos pintados de vermelho, que encenavam uma dança dos índios brasileiros

           

          Anônimo, uma das 10 miniaturas manuscrito L’Entrée du très magnanime, très puissant, et très victorieux roy de France, Henry Deuxième de Ce nom, 1550 ca., iluminura, Biblioteca Central de Rouen - emprestando referências da corte de Lorenzo deMedici, aqui misturam-se divindades gregas (Apolo e as musas, por ex) que aparecem como patronos do rei da França

           

          Analogias entre a vida dos antigos e os índios brasileiros:

          Visão do bom selvagem - de um homem que vive em estado de natureza - relação com a noção de idade do ouro

          Ver, em especial, ilustrações para Histoire dun voyage fait en la terre du Brésil (1600), do pastor calvinista, Jean de Léry - que teria convivido com os índios Tupinambá por cerca de um ano.

          naturalidadeda vida primitiva  talvez tenha vindo ao encontro do ideal dos reformadores protestantes X artificialidade dos costumes na Europa

           

          Jean de Léry, “Dança de índios Tupinambá”, 1600, xilogravura  - ilustração de seu Histoire, Biblioteca Municipal Mário de Andrade, São Paulo - atenção para a representação do corpo das figuras, as diferentes posições, que obedecem padrões de representação da estatuária antiga.

           

          O relato de Hans Staden

          Embora não seja o primeiro relato - experiência do explorador alemão entre os índios brasileiros foi decisivo para caracterizar uma memória do Brasil e uma narrativa para os viajantes dos séculos XVI e XVII

          Ver seu Pequeno relatório verídico sobre a vida e os costumes dos índios Tupinambá, publicado em Marburg, em 1557 - com várias ilustrações

          Staden (narrativa mítica) x Jean de Léry (primórdios do pensamento enciclopédico/científico)

          Circulação do relato de Staden nas gravuras de Theodore de Bry - ver Grands voyages, de 1592 - gravuras em metal, agora - de Bry parece racionalizar as imagens iniciais que apareciam no relato de Staden - mudança de técnica (xilogravura para gravura em metal

           

          Theodore de Bry, “Dança em ritual canibalista, ilustração do texto de Jean de Léry, Frankfurt, 1592, Biblioteca Mário de Andrade, São Paulo

          Detalhe da gravura de de Bry e um dos mantos Tupinambá, hj, pertencente ao Museu Real da Dinamarca



          Seminário Giulio Carlo Argan, “Cultura e realismo de Pieter Bruegel”

          ARGAN, G. C. Clássico anticlássico: o renascimento de Brunelleschi a Bruegel; tradução de Lorenzo Mammí. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. (709.02445 Ar 36c / FAU)


          Grupo 4 

          Lucia Leiko Ishikana

          Marina Zeni Rizzi

          Ana Carolonia Araújo

          Victor Werdly

          Lívia Pace Liu


        • 16/10 – NÃO HAVERÁ AULA (PROFA. ANA MAGALHÃES CBHA)

          16 DE OUTUBRO – NÃO HAVERÁ AULA (PROFA. ANA MAGALHÃES CBHA)


          Aproveitem para colocar as leituras em dia! ;)

          • AULA 10 - 23/10 – Maneirismo: o modelo italiano e sua expansão; 2a. parte - Seminário

            Seminário Arnold Hauser, “O conceito de maneirismo” (Primeira parte, cap. I)

            HAUSER, A. Maneirismo. A Crise da Renascença e o Surgimento da Arte Moderna. São Paulo: Perspectiva, 1993.


            Grupo 5

            Leila Fabiana

            Leonardo Landini

            Cláudia Strazza

            Luana Bonfá

            Julia Guimarães Sonehara

          • AULA 11 – 30/10 –Arquitetura e escultura em Roma: Bernini e Borromini; 2a. parte - Seminário

            Seminário Svetlana Alpers, “Com a mão sincera e olhar fiel” (cap. 3)
            ALPERS, Svetlana. A Arte de descrever: a arte holandesa no século XVII; tradução de Antonio de Pádua Danesi. São Paulo: Edusp, 1999. (759.492 A456a / ECA)

            Grupo 6

            Caroline Freitas

            Thalita MS

            Isabela Lourdes

            Letícia Brasil Freitas

            Nathalia Carvalho de Oliveira

          • AULA 12 – 6/11 – Caravaggio e sua escola; 2a. parte - Seminário

            Seminário Wölfflin, Primeira parte: “A natureza da transformação estilística”

            WOLFFLIN, H. Renascença e Barroco. São Paulo: Perspectiva, 1989. (709.024 W857rP/ECA)


            Grupo 7 

            Thiago Jesus Correa

            Gabriela Dias

            Gabriel Lima

            Matias Vilardaga

            Gláucia Teimi da Silva

          • AULA 13 – 13/11 – O Barroco na Europa e sua expansão no mundo colonial; 2a. parte - Seminário

            Seminário Martin Kemp, “Perspective from Rubens to Turner” (Parte I cap. III)

            KEMP, Martin. The Science of Art. Optical Themes in Western Art from Brunelleschi to Seurat. New Haven/Londres: Yale University Press, 1990.


            Grupo 8

            Helena Toro

            Maitê Mina Murakami

            Fernanda Barbara

            Fábio Serra Perreira

            Brigida Campos

          • AULA 14 - 27/11 – AULA COM O PROF. JENS BAUMGARTEN SOBRE O CONCEITO DE BARROCO; 2a. parte - Seminário

            Seminário Giulio Carlo Argan, “Joshua Reynolds” e “Teoria e práxis de Reynolds”
            ARGAN, G. C. A Arte Moderna na Europa: de Hogarth a Picasso; tradução de Lorenzo Mammí. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. (709.4 A686am / MAC-USP)


            Grupo 9

            Celine Hinose

            Iago Cerqueira

            Fernanda Palhari

            Amanda Franco

          • AULA 15 – 4/12 - ENTREGA DO TRABALHO FINAL (interpretação de obra do acervo do MASP) / Aula: A pintura no século XVIII e o fenômeno do rococó; 2a. parte - Seminário

            Seminário Alexandre Ragazzi, “O modelo renascentista e sua expansão para além da Península Itálica”, Revista Diálogos Mediterrânicos, no. 8, junho de 2015, pp. 99-119.


            Grupo 10

            Isadora Oliveira

            Letícia Cescon da Rosa

            Nilen Cohen

            Marilia Lemos Fuller

            Pamella Correia

          • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

            BIBLIOGRAFIA:

            ALBERTI, L. B. Da Pintura. Campinas: UNICAMP, 1988.

            *ALPERS, Svetlana. A Arte de descrever: a arte holandesa no século XVII; tradução de Antonio de Pádua Danesi. São Paulo: Edusp, 1999. (759.492 A456a / ECA)

            ANCESCHI, L. La Idea del Barroco. Madrid: Editorial Tecnos. S. A., 1991. (701. An21i)

            * ARGAN, G. C. A Arte Moderna na Europa: de Hogarth a Picasso; tradução de Lorenzo Mammí. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. (709.4 A686am / MAC-USP)

            ________. Arquitectura barroca en Italia. Buenos Aires: Nueva Vision, 1960. (724.19945 Ar36a/ FAU)

            ________. Botticelli: biographical and critical study; tradução de James Emmons. [New York]: Skira, 1957.

            (759.0345 B659a / FAU)

            ________. Brunelleschi; tradução de Carlos Marti Aris. Madrid: Xarait, 1990. (724.145 B835a/ FAU)

            *________. Clássico anticlássico: o renascimento de Brunelleschi a Bruegel; tradução de Lorenzo Mammí. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. (709.02445 Ar 36c / FAU)

            ________. Concepto del espacio arquitectonico: desde el barroco a nuestros días. Buenos Aires: Nueva Vision, 1973. (724.19 A686c / MAC-USP)

            ________. História da Arte Italiana (3 volumes). São Paulo: Cosac & Naify, 2003. (709.45 A686h/ ECA)

            ________. História da Arte como História da Cidade. São Paulo : Martins Fontes, 2005. (709 A686sP/ECA)

            ________. Imagem e persuasão: ensaios sobre o barroco; tradução de Maurício Santana Dias. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. (709.032 A686iP / ECA)

            ________. La Europa de las capitales, 1600-1700; tradução de Luis Arana. Genebra: Skira, c. 1964. (709.032 A686e / ECA)

            ________. Renacimiento y Barroco; tradução de J. A. Calatrava Escobar. Madrid: Akal, 1996. (759.5 Ar 36c /FAU)

            BAKHTIN, Mikhail. A cultura popular na Idade Média e no Renascimento: o contexto de François Rabelais. São Paulo: HUCITEC/ Editora Universidade de Brasília, 2008. (844 R1141bP / FFLCH)

            BARONE, Juliana. O paragone do tratado da Pintura de Leonardo da Vinci: introdução a comparação entre as artes e tradução anotada. 1996. 178f. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciencias Humanas, Campinas, SP. Disponível em: http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/278838

            *BAXANDALL, M. O Olhar Renascente: Pintura e Experiência Social na Itália. São Paulo: Paz e Terra, 1991. (709.024 B355o / ECA)

            ________. Pintura y vida cotidiana en el renacimiento arte y experiencia en el quatrocento. Barcelona : Gustavo Gili, 2000. (709.024 B355p / MAC-USP)

            ________. Sombras e Luzes. São Paulo: Edusp, 1997. (701.8 B355s / MAC-USP)

            BAZIN, Germain. Barroco e Rococó. São Paulo: Martins Fontes, 1993. (709.032 B363b / ECA)

            BERBARA, Maria (org.). Renascimento Italiano. Ensaios e traduções. Rio de Janeiro: Nau Editora, 2010.

            _______________. "Vidi magnam partem mundi": obstáculos para a concepção de

            Lisboa como "nova Roma" nos séculos XV e XVI. Curitiba: Revista Diálogos Mediterrânicos, n 8, jun 2015, p. 120-131. Disponível em http://www.dialogosmediterranicos.com.br/index.php/RevistaDM/article/view/152

            BLUNT, A. A Teoria Artística na Itália (1450-1600). São Paulo: Cosac & Naify, 2001. (701.17 B628tp/ FAU)

            BRAUDEL, Ferdinand. O Modelo Italiano. Editora Teorema. (945 B825m / ECA)

            BRÉHIER, Emile. Historia de la filosofia. Buenos Aires : Editorial Sudamericana, 1948. (109 B834hE/FFLCH)

            BURCKHARDT, Jacob. Cultura do Renascimento na Itália: um ensaio. São Paulo: Companhia das Letras, 1991. (945.05 B948kP / FFLCH)

            ________. O Renascimento Italiano. Lisboa: Presença: Martins Fontes, 1973. (940.21 B948r/ Faculdade de Educação)

            BURKE, P. A Fabricação do Rei. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.

            ________. O homem renascentista; tradução de Maria Figueiredo. Lisboa: Editorial Presença, 1991.

            BURKE, Edmund. Uma investigação filosófica sobre a origem de nossas idéias sobre o sublime e o belo. São Paulo: Papirus, 1993. (111.85 B959pP / FFLCH)

            BURUCÚA, José Emílio. O olho e as ideias: Uma indagação sobre as representações filosóficas do Renascimento. Revista Figura, v. 5, n. 2, 2017, p. 133-199. Disponível em http://www.figura.art.br/2017_2_0_indice.html

            CARRÀ, Carlo. “Giotto”, Revista Ars n° 13, ECA – USP. Link do texto:

            http://www.cap.eca.usp.br/ars13/12_12%20Carlo%20Carr%C3%A0_Giotto_Book.pdf

            CASTELNUOVO, Enrico. Retrato e Sociedade na Arte Italiana: ensaios de história social da arte. Cia. Das Letras. (709.45 C275r / FAU)

            CASSIRER, Ernst. Indivíduo e cosmos na filosofia do Renascimento. São Paulo : Martins Fontes, 2001. (193 C345iP/FFLCH)

            CHASTEL, A. A Arte Italiana. São Paulo: Martins Fontes, 1991. (709.45 C489aP / FFLCH)

            CHÂTELET, François. Uma história da razão. Entrevistas com Émille Noël. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1994. (194 N766c / FFLCH)

            CHENEY, Liana de Girolami. Giorgio Vasari's Fine Arts: Neoplatonic Visualization of Invention, Imitation and Beauty. Revista Figura, n. 1, 2013. Disponivel em http://www.figura.art.br/2013_3_cheney.html

            DIDEROT, Denis. Ensaios sobre a Pintura. São Paulo: Papirus, 1993. (750 D555e /ECA)

            ________. Interpretação da natureza e outros escritos. São Paulo : Iluminuras, 1989. (194 D555i / Faculdade de Educação)

            FOCILLON, Henri. Vida das formas. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1981. (970.01 F652vp /FFLCH)

            FRANCASTEL, Pierre. A realidade figurativa. São Paulo: Perspectiva, 1982. (701 F814rP / FFLCH)

            ________. Historia de la pintura francesa desde la Edad Media hasta Picasso. Madrid : Alianza, c1970. (759.4 F814hE/ECA)

            FRIEDLAENDER, Walter. Estudios sobre Caravaggio. Madrid: Alianza, 1982. (759.5 C262f/ECA)

            *GARIN, Eugenio. Ciência e vida civil no Renascimento Italiano. São Paulo: Editora da UNESP, 1994

            GENET, Jean. Rembrandt; tradução de Ferreira Gullar. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 2002. (769.492 R385g / MAC-USP)

            GINZBURG, Carlo. Indagações sobre Piero: o Batismo, o Ciclo de Arezzo, a Flagelação. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989. (759.5 G493i/ECA)

            ________. Investigando Piero. São Paulo: Cosac & Naify, 2010.

            GOMBRICH. A História da Arte. Rio de Janeiro: Zahar, 1979. (709 G632h / ECA)

            ________.Norma e Forma. São Paulo: Martins, 1991. (709.024 G632nP / ECA)

            HASKELL, F. Mecenas e Pintores. Arte e Sociedade na Itália Barroca. São Paulo: Edusp, 1997. (709.45 H349m /ECA)

            *HAUSER, A. Maneirismo. A Crise da Renascença e o Surgimento da Arte Moderna. São Paulo: Perspectiva, 1993.

            ________. Historia social de la literatura y el arte. Madrid : Ediciones Guadarrama, 1962. (709 H376hE / ECA)

            HEGEL, G. O Belo na Arte. Coleção Curso de Estética. São Paulo: Martins Fontes. (193.5 H462vp/ FFLCH)

            HUIZINGA, Johan. O Outono da Idade Média. São Paulo: Cosac & Naify, 2010. (940.1 H911hP/ FFLCH)

            *KEMP, Martin. The Science of Art. Optical Themes in Western Art from Brunelleschi to Seurat. New Haven/Londres: Yale University Press, 1990.

            KOYRÉ, Alexandre. Estudos de história do pensamento científico. Rio de Janeiro : Forense Universitária, 1991. (501 K88e / ECA)

            ________. Do mundo fechado ao universo infinito. São Paulo: Forense-Universitária/ Editora da Universidade de São Paulo, 1979. (501 K88fP / FFLCH)

            LESSING, G. E. Laocoonte ou sobre as fronteiras da pintura e da poesia. São Paulo: Iluminuras, 1998. (832 L634LP /FFLCH)

            LEVEY, M. Pintura e Escultura na França (1700-1789). São Paulo: Cosac & Naify, 1998. (759.4 L663p /ECA)

            LEVY, Hannah. "A próposito de três teorias sobre o Barroco”,  Revista SPHAN, número 5, pp. 259. 284. (F93/ECA)

            LICHTENSTEIN, Jacqueline (org.). A Pintura: textos essenciais. 14 volumes. São Paulo: Ed. 34, 2004. (750.01 P658 v.1-8/ FFLCH)

            LOBÃO, Luna Villas-Bôas. A missão artística do primeiro MASP: um estudo da concepção de Pietro Maria Bardi para os primeiros anos do MASP. 2014. 160 p. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=000936403>

            LONGHI, Roberto. Breve mas verídica história da arte italiana; trad. de Denise Bottmann. São Paulo: Cosac & Naify, 2005. (759.5 L854b / ECA)

            ________. Piero della Francesca; tradução de Denise Bottmann. São Paulo: Cosac & Naify, 2007. (709.024 F815L / MAC –USP)

            LONGINO. Do Sublime. São Paulo: Martins Fontes, 1996. (111.85 L855dP/FFLCH)

            LOTZ, Wolfgang. Arquitetura na Itália 1500 – 1600, São Paulo: Cosac & Naify Edições, 1998. (724.1 L885a/ECA)

            MACHADO, Lourival, G. Teorias do Barroco. Rio de Janeiro: MEC, 1953. (709.81 M149t/FFLCH)

            MAGALHÃES, Ana Gonçalves. História da arte pra quê? Revista Figura, v. 5, n. 2, 2015, p. 3-7. Disponível em http://www.figura.art.br/2017_2_0_indice.html

            MAQUIAVEL, Nicolau. O príncipe. Prefácio de Fernando Henrique Cardoso. São Paulo: Penguin Classics, Companhia das Letras, 2010. (320.1 M149pP/FFLCH)

            MARIN, Louis. Sublime Poussin. São Paulo: EDUSP. (759.4 P894m/FFLCH)

            MARINHO, Fernanda. A iconografia mariana no cinquecento italiano e flamengo e o debate em torno do maneirismo. Figura -  Studi sull’Immagine nella Tradizione Classica, n 3, 2015. Disponível em http://www.figura.art.br/2015_0_indice.html.

            PANOFSKY, E. O Significado das Artes Visuais. São Paulo: Perspectiva, 1979. (701 P194s/FAU)

            *_______. Estudos de Iconologia. Lisboa: Estampa, 1982. (704.9 P22sP/FFLCH)

            _______. Idea: a evolução do conceito de belo. São Paulo: Martins Fontes, 1994. (701.18 P195iP/FFLCH)

            ________. A perspectiva como forma simbólica. Lisboa: Ed. 70, 1993. (7.017.9 P195p/FAU-Pós)

            ________. Renascimento e Renascimentos na Arte Ocidental. Lisboa: Presença, 1981. (709.024 P195rp/ECA)

            PEVSNER, Nikolaus. Academias de arte: passado e presente, São Paulo: Companhia das Letras, 2005. (709 P514aP/ECA)

            REBETEZ, Inácio Schiller Bittencourt. As metamorfoses do tondo de Piero di Cosimo do MASP. Anais CHBA, 2016. Disponível em www.cbha.art.br/coloquios/2016/anais/pdfs/3_inacio%20rebetez.pdf

            *RAGAZZI, Alexandre. O modelo renascentista e sua expansão para além da Península Itálica. Revista Diálogos Mediterrânicos, n. 8, jun/2015, p. 99-119. Disponível em http://www.dialogosmediterranicos.com.br/index.php/RevistaDM/article/view/147

            SHEARMAN, John. O maneirismo. São Paulo: Cultrix/Editora da Universidade de São Paulo, 19 78. (709.031 S539m/ECA)

            TAPIÉ, Victor L. Barroco e Classicismo. Lisboa: Presenca, 1974. (709.032 T172ba/ECA)

            ________. O Barroco. São Paulo: Cultrix, 1983. (709.032 T172bp/ECA)

            VASARI, G. Vidas de Pintores, Escultores y Arquitectos Ilustres. Buenos Aires: El Ateneo, 1945. (R927 V44v/FAU)

            VENTURI, L. História da crítica de arte. Lisboa: Edições 70, 1984.

            VERNANT, Jean-Pierre. Mito e pensamento entre os gregos. São Paulo: Difusão Europeia do Livro/Editora da Universidade de São Paulo, 1978. (182 V529m/ECA)

            VLIEGHE, Hans. Arte e Arquitetura Flamenga (1585-1700); trad. de Cláudio Marcondes. São Paulo: Cosac & Naify, 2001. (709.493 V847a/FAU)

            WARNKE, Martin. O Artista da Corte: Os Antecedentes dos Artistas Modernos, São Paulo: EDUSP, 2001. (709.4 W285a/ECA)

            WINCKELMANN, Johann . Reflexiones sobre la imitación del arte griego en la pintura y la escultura. Barcelona: Nexus/Ediciones Península, 1987. (7.032.6:7.061 W761r/FAU-Pós)

            ________. Reflexões sobre Arte Antiga. Porto Alegre. Movimento e URGS, 1975. (709.38 W762r/ECA)

            WITTKOWER, R. Arte y Arquitectura en Italia (1600-1750). Madrid: Cátedra, 1985. (709.03245 W786ar/FAU)

            ________. Gian Lorenzo Bernini el escultor del barroco romano. Madrid : Alianza Editorial, 1990. (735.2145 W786g/FAU)

            WOLFFLIN, H. A Arte Clássica. São Paulo: Martins Fontes, 1990. (709.024 W857aP/ECA)

            ________. Conceitos Fundamentais da História da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 1984. (701

            W838kP/FFLCH)

            *________. Renascença e Barroco. São Paulo: Perspectiva, 1989. (709.024 W857rP/ECA)