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À luz da noção de sofrimento social , a disciplina tem por objetivo apresentar e discutir os desafios contemporâneos para a experiência de saúde mental coletiva, considerando a diversidade de processos mentais e cognitivos em diferentes contextos etnográficos e historiográficos. A disciplina desenvolve uma abordagem sociocultural da saúde mental no marco da modernidade, com base no conceito de estigma, e ressaltando associações, verificadas na experiência comum, entre as tecnologias digitais, as redes sociais, a transparência voluntária, a linguagem e a subjetivação Big Data, que atualizam os códigos sociais do sofrimento e da loucura através de práticas de subjugação e deterioração resultantes da violência; racialidade e racismo; desigualdades de gênero e geração; adversidade precoce; ilegalismos, crime e contravenção; alcoolismo, uso e dependência de substâncias. Os seminários de estudantes, realizados em grupo no segundo bloco do curso, devem apresentar problemas, paradigmas e abordagens para a promoção da saúde mental coletiva, em diálogo com as perspectivas dos direitos humanos, direitos digitais, direito à cidade e direito à loucura, e considerando as análises de crise humanitária e pós-humanismo como indicando situações características da ontologia do tempo presente.
- Docente: Deivison Mendes Faustino
- Docente: Diego Madi Dias
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