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PROVA 1 - VERIFICAÇÃO DE LEITURAS – HISTÓRIA MODERNA
ü O estudante deve responder 8 das 10 perguntas disponíveis. Caso responda mais de 8, serão corrigidas apenas as 8 primeiras.
ü Cada pergunta vale 0,5 ponto, totalizando 4 pontos na nota final da disciplina.
ü Cada resposta deve conter entre 10 e 20 linhas, com formatação em Times New Roman, tamanho 12, espaçamento simples (o que totaliza, se as 20 linhas forem utilizadas, cerca de 5 páginas por discente). A partir da linha 21, a resposta não será considerada.
ü Respostas por e-mail (daniel.gomes.carvalho@usp.br) em arquivo de pdf, no qual deve conter seu nome, número USP e período em que está matriculado formalmente (diurno/noturno).
ü Prazo: 25/04/2025
QUESTÕES
Aula 1
1. Comente o papel da alteridade e da história na constituição da identidade europeia na Época Moderna.
2. Como, a partir da historiografia trabalhada no curso, é possível rever o paradigma da transição nas leituras sobre a Época Moderna?
Aula 2
3. Como o problema relativo ao “princípio da disjunção”, em vez de mero artifício na discussão sobre história da arte, representou um posicionamento amplo e específico na historiografia do Renascimento?
Aula 3
4. Como, no texto selecionado de As Fundações do Pensamento Político Moderno, Quentin Skinner recebe a tese clássica de Hans Baron?
5. Para John Pocock, em O Momento Maquiaveliano, o humanismo cívico não representa apenas um conjunto de posições políticas, mas carrega uma determinada visão da ação humana e da história, na qual as gerações estariam no limiar de enxergar a si próprias, em suas palavras, como “equidistantes da eternidade.” Explique.
Aula 4
6. A justificação pela fé, em vez de converter-se em reivindicação por democracia, como poderíamos (anacronicamente...) supor, teve como consequência fundamental a proposta de obediência derivada da assim chamada teoria dos dois reinos. Explique.
7. A partir do capítulo XX do livro 4 da Institutio christianae religionis , de João Calvino, apresente o problema teológico-político na obra do autor.
Aula 5
8. Segundo Stuart Clark, “no século XVI, não havia uma ‘comunidade científica’, mas uma Babel de seita e vozes conflitantes.” Comente a afirmação, levando em consideração nossas discussões sobre natureza e bruxaria no século XVI.
Aula 6
9. Em Crítica e Crise, ao comentar as consequências do Édito de Nantes, Koselleck afirmara que, ao despolitizar a consciência privada, arma-se a disjunção entre o homem e o cidadão, a convicção íntima e a legalidade externa, criando as bases para que o Iluminismo, numa perspectiva invertida, julgue a política a partir tribunal da razão. A partir dessa perspectiva, comente a relação entre reforma protestante, guerra civil e conversão da religião ao estatuto de opinião.
10. “Não se punha, portanto, a questão de governar acima das facções. A arte da governação consistia em governar através delas, como Elizabeth demonstrou em Inglaterra”. Articule a passagem do texto de Elliott (p. 56-58) com a discussão a respeito do Estado Jurisdicional e da Monarquia Compósita.