Zoologia
Esta é uma disciplina introdutória a respeito de métodos filogenéticos comparativos com o objetivo principal de permitir que os estudantes se familiarizem com a importância da incorporação de dados filogenéticos em análises comparativas e estatísticas focadas na evolução e diversificação dos organismos. A disciplina busca oferecer aos estudantes o contato inicial com diferentes métodos mais comumente utilizados em abordagens macroevolutivas, com foco em análises para caracteres discretos e contínuos de interesse biológico. Por meio das atividades propostas, a disciplina também objetiva auxiliar os estudantes na instrumentalização própria dessa área de conhecimento e na execução das análises. Consequentemente, também é esperado que os princípios trabalhados na disciplina auxiliem os estudantes na futura aplicação dos métodos em suas próprias pesquisas.

Adquirir conhecimentos básicos para compreender o desenvolvimento, especialmente em animais, mas também em plantas, utilizando estudos com organismos modelos. Familiarizar-se com técnicas e enfoques experimentais utilizados em estudos de biologia do desenvolvimento. Trabalhar conceitos e conhecimentos gerais da biologia do desenvolvimento de forma a integrar os mecanismos do desenvolvimento em um contexto evolutivo. Discutir temas atuais relacionados à biologia do desenvolvimento.

Propiciar às/aos estudantes: (1) aprofundamento teórico e prático na área de Morfologia Comparada, por meio do estudo da evolução dos principais planos corpóreos encontrados em Metazoa; e (2) aprimoramento de competências e habilidades relacionadas à capacidade de observação, à descrição morfológica e à elaboração de atividades de extensão na área de Zoologia.

Essa disciplina busca refletir sobre a divulgação científica relacionada a questões socioambientais, tendo como foco pesquisas e práticas promotoras de políticas públicas. Visa debater os processos de comunicação pública da C&T, considerando diferentes atores sociais e espaços em que a divulgação científica é central. Pretende, assim: a. Refletir sobre interações entre Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente. b. Promover alfabetização midiática. c. Explorar e avaliar novos fluxos comunicacionais. d. Fortalecer a reflexão crítica sobre práticas de comunicação e suas implicações éticas, políticas e sociais. e. Incentivar a produção e análise de conteúdos comunicacionais socioambientais. f. Promover a divulgação científica inclusiva, interseccional e participatória.
Objetivos: Propiciar aos estudantes conhecimentos teóricos e práticos sobre a embriologia, a morfologia, a biologia e a diversidade dos grupos animais mencionados no programa, de tal forma a lhes permitir que possam: 1. Caracterizar e identificar os grandes grupos de animais abordados; 2. Conhecer a diversidade morfológica em cada filo e ser capaz de identificar, dentro dessa diversidade, caracteres que agrupem esses organismos; 3. Conhecer hábitos dos organismos e ambientes nos quais vivem, para saber relacionar as adaptações morfológicas; 4. Analisar as diferentes propostas evolutivas e de prováveis relações de parentesco entre os grupos; 5. Aprimorar a capacidade de observação, muito importante na formação do biólogo.
Propiciar aos licenciandos em Biologia - a) Compreender a construção histórica da área de educação ambiental no contexto nacional e internacional e sua relação com o enfrentamento da emergência climática e das injustiças ambientais b) Compreender as diferentes concepções de educação ambiental e analisar sua própria concepção; c) Avaliar criticamente os principais instrumentos legais da Educação Ambiental no Brasil (Política Nacional de Educação ambiental; Programa Nacional de Educação Ambiental; Diretrizes curriculares Nacionais de Educação Ambiental) e suas repercussões para o contexto escolar e para a formação docente. d) Conhecer e analisar criticamente possibilidades de trabalho interdisciplinar e transdisciplinar com a temática ambiental em contextos escolares e não escolares, envolvendo também as práticas de avaliação. e) Conhecer os princípios da aprendizagem social e sua relação com as práticas de EA a partir de visitas técnicas e de uma viagem de campo; f) Analisar as principais características do campo de pesquisa em educação ambiental e as contribuições e conexões com a ecologia política, a ecologia decolonial, a interculturalidade e a educação ambiental de base comunitária g) Ser capaz de realizar um diagnóstico socioambiental e propor um projeto de intervenção para um determinado contexto educacional.
Apresentar a diversidade e importância dos insetos. Discutir as principais adaptações ocorridas ao longo da história evolutiva dos insetos. Apresentar os principais caracteres morfológicos para o reconhecimento das ordens e principais famílias de insetos. Possibilitar aos alunos a observação de insetos em ambientes naturais, aquáticos e terrestres, e ensinar técnicas de coleta, preservação/acondicionamento e transporte. Estimular o uso de insetários para o ensino de Ciências e Biologia.