Patologia
Fornecer subsídios na área de Patologia Comparada para a atuação profissional do Médico Veterinário junto a instituições relacionadas com fauna silvestre, tais como Parques Zoológicos, criatórios públicos ou privados e institutos de pesquisa.
O objetivo principal da disciplina é a preparação para docência em ensino superior. Objetivos Específicos: 1-Desenvolver habilidades que permitam uma correta preparação de ementas e planos de aulas. 2-Desenvolver a comunicação adequada durante e apresentação de aulas, seminários e/ou conferências. 3-Estimular o uso de metodologias ativas de ensino. 4-Discutir as diversas ferramentas de avaliação de alunos de cursos de formação superior. 5-Elaborar roteiros de aula práticas dentro dos princípios éticos de experimentação animal e/ou com modelos experimentais alternativos. 6-Discutir práticas inclusivas no ensino superior.
A disciplina tem o objetivo de proporcionar conhecimentos sobre os mecanismos básicos de resposta celular e tecidual decorrentes de estímulos adversos que ocorrem em todas as doenças levando às alterações estruturais e funcionais que acompanham o desenvolvimento das doenças. Em seu aspecto prático, são ainda oferecidas condições para que o aluno compreenda, reconheça, compare e descreva as principais alterações microscópicas e macroscópicas que acompanham as enfermidades dos animais.
Proporcionar aos alunos os conhecimentos de toxicologia veterinária, capacitando-os a compreender os fatores envolvidos na toxicidade de diversos agentes e seus efeitos nocivos no organismo animal, bem como as implicações na saúde humana de resíduos de produtos de uso veterinário e de agentes tóxicos nos animais de produção. Habilitar o aluno na prevenção, diagnóstico e tratamento das intoxicações dos animais domésticos. Possibilitar a vivência de realização do diagnóstico de intoxicação em animais de produção, em condições de campo (Fazenda Escola, em Pirassununga), por meio de treinamento prático, com coleta de informações com o tratador do animal, avaliação das condições de armazenamentos de insumos e coletas de agentes tóxicos, como, por exemplo, plantas tóxicas.
Seguindo uma tendência internacional, o uso de animais no ensino de graduação tem sido progressivamente substituído por alternativas, tais como programas de computador, manequins e simuladores, cadáveres de animais obtidos de maneira ética e atividades relacionadas ao atendimento de casos clínicos de rotina. A educação humanitária e o debate sobre alternativas ao uso de animais no ensino superior é uma questão relativamente recente no Brasil. Somente em 2008 foi aprovada a lei 11.794 que cria o Conselho Nacional de Controle da Experimentação Animal (CONCEA) e regulamenta o uso de animais no ensino e pesquisa. Sendo assim, a disciplina visa apresentar ao corpo discente os princípios éticos e legais no uso de animais no ensino superior e na pesquisa biomédica.