DISCIPLINA OPTATIVA P/ GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO FFLCH/USP - FLA0396 / FLS5284
- TÓPICOS ESPECIAIS EM MARCADORES SOCIAIS DA DIFERENÇA
Antropologia da Normalização: Práticas e Mentalidades de Regulação Biopolítica
A disciplina discute as relações entre gênero, geração e parentesco em perspectiva transcultural.
Com objetivo de oferecer uma abordagem alternativa aos discursos antropológicos sobre a economia das trocas simbólicas, o curso examina processos de subjetivação mediados pela pragmática da diferença, especialmente em contextos marcados pela violência relacional, destacando as dinâmicas sociohistóricas de cercamento do corpo e de governança da saúde mental coletiva.
A disciplina discute a origem paralela das regras e suas formas de exceção no pensamento moderno, propondo questões para a teoria antropológica e a saúde coletiva a partir dos processos biossociais de produção da diferença.
O corpo comum e a mente coletiva são considerados como fenômenos históricos e culturais, informados por dinâmicas de partilha da vida, comunalidade, comunidade e coletividade; substância e residência; reprodução social; regulação e moralidades, adversidades e desenvolvimento pessoal, curso de vida, estratificação social e trajetória; hierarquia e desigualdades; autonomia e dependência; morfologia social; distribuição de valor e da violência; conflito de forças em disputa no campo social; agenda de direitos e ação política.
- TÓPICOS ESPECIAIS EM MARCADORES SOCIAIS DA DIFERENÇA
Antropologia da Normalização: Práticas e Mentalidades de Regulação Biopolítica
(Gênero e Parentesco no Curso de Vida)
A disciplina discute as relações entre gênero, geração e parentesco em perspectiva transcultural.
Com objetivo de oferecer uma abordagem alternativa aos discursos antropológicos sobre a economia das trocas simbólicas, o curso examina processos de subjetivação mediados pela pragmática da diferença, especialmente em contextos marcados pela violência relacional, destacando as dinâmicas sociohistóricas de cercamento do corpo e de governança da saúde mental coletiva.
A disciplina discute a origem paralela das regras e suas formas de exceção no pensamento moderno, propondo questões para a teoria antropológica e a saúde coletiva a partir dos processos biossociais de produção da diferença.
O corpo comum e a mente coletiva são considerados como fenômenos históricos e culturais, informados por dinâmicas de partilha da vida, comunalidade, comunidade e coletividade; substância e residência; reprodução social; regulação e moralidades, adversidades e desenvolvimento pessoal, curso de vida, estratificação social e trajetória; hierarquia e desigualdades; autonomia e dependência; morfologia social; distribuição de valor e da violência; conflito de forças em disputa no campo social; agenda de direitos e ação política.
- Docente: Diego Madi Dias
- Docente: Julio Assis Simoes