Aprofundar o conhecimento da Psicopatologia Psicanalítica, mantendo o trabalho de comparação e complementação com a abordagem psiquiátrica. Capacitar o aluno a identificar quadros neuróticos, psicóticos e limítrofes, incluindo crianças e adolescentes, desenvolvendo as bases para o trabalho clínico numa vertente psicanalítica contemporânea. Manter e desenvolver o preparo do aluno, futuro psicólogo, no trabalho interdisciplinar em equipes que atuam na prevenção e intervenção em Saúde Mental. Propiciar um contato mais aprofundado com a clínica, aproximando o aluno de pessoas em situação de sofrimento psíquico, que demandam o trabalho de intervenção.
- Docente: Aline Souza Martins
- Docente: Bárbara Cristina Souza Barbosa
A disciplina tem como objetivo apresentar uma perspectiva de prática de cuidado psicanalítica diante de contextos de vulnerabilidade social, articulada à rede do Sistema Único de Saúde, que acolhe o sofrimento subjetivo, tanto em situações de urgência, quanto em crises ambientais e sanitárias. Propomos estudar abordagens da escuta clínica que sustentam a distinção entre: sofrimento e acontecimento traumático, identificando o que é da ordem da urgência subjetiva. Para tal, pretende-se oferecer articulações teóricas para pensarmos as possibilidades de intervenção e escuta clínica no território, tanto em aparelhos de saúde, quanto em situações de catástrofe e vulnerabilidade social, que considerem a dimensão da rede de atenção em saúde.
- Docente: Aline Souza Martins
- Docente: Layla Raquel Silva Gomes
- Docente: Mayra Moreira Xavier Castellani
- Docente: Caique Mendes Cordeiro
- Docente: Gabriel Inticher Binkowski
- Docente: Miriam Debieux Rosa
- Docente: Andrés Eduardo Aguirre Antúnez
Psicoterapias são os métodos terapêuticos baseados na comunicação e relacionamento sistematizados entre as pessoas envolvidas (Ramadam, 1987).
São realizadas em um contexto interpessoal onde a relação terapêutica é muito importante. Esta relação é de confiança e muito afetiva e o paciente acredita que o terapeuta irá ajuda-lo e confia que este objetivo será alcançado. Utilizam a comunicação verbal como principal recurso e são atividades eminentemente colaborativas entre paciente e terapeuta. Existe um racional, um esquema conceitual ou um mito que provê uma explicação plausível para o transtorno ou desconforto (sintoma ou problema) e um procedimento ou ritual para ajudar o paciente a resolvê-lo. São embasadas em uma teoria abrangente que oferecem uma explicação coerente sobre a origem, a manutenção dos sintomas e problemas e a forma de eliminá-los (Frank & Frank, 1973; Cordioli, 2008).
Diversas são as formas de psicoterapia consideradas consolidadas no meio acadêmico: Psicanálise, Psicoterapias de orientação analítica, Psicoterapias breves, Psicoterapias de apoio, Terapia Interpessoal, Terapias Cognitivas, Terapias Comportamentais, Terapia familiar e de casal, Psicoterapias de grupo, Terapias Humanistas e outras. Entretanto, poucas têm evidências científicas claras de eficácia ou efetividade. Para isto deve haver comprovação de que as mudanças observadas são decorrentes das técnicas utilizadas e não de outros fatores e os resultados precisam ser mantidos a longo prazo. Devem apresentar uma relação custo/efetividade favorável na comparação com outros modelos ou alternativas de tratamento (Wright et al, 2018; Cordioli, 2008).
Esperamos que ao final deste curso o aluno esteja apto a:- Compreender o papel e o significado da pesquisa científica em psicoterapia.
- Realizar a leitura crítica de publicações científicas em psicoterapia.
- Elaborar um projeto de pesquisa em psicoterapia.
- Utilizar os principais métodos de pesquisa em psicoterapia.
Marcia Scazufca
Felipe D'Alessandro Corchs
Francisco Lotufo Neto
- Docente: Felipe Corchs
- Docente: Francisco Lotufo Neto
- Docente: Marcia Scazufca
- Docente: Andrés Eduardo Aguirre Antúnez
- Docente: Francisco Lotufo Neto