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O objetivo da disciplina é apresentar uma das áreas mais desenvolvidas da ciência política brasileira e internacional: a análise de sistemas eleitorais e partidários. A seleção bibliográfica proposta corresponde à produção mais atualizada disponível em língua portuguesa, além de alguns textos clássicos. O ponto de partida será o confronto entre a teoria clássica e a teoria moderna da democracia, expresso através do conceito de representação política.

A presente disciplina tem como objetivo analisar a Política Externa Brasileira desde distintas perspectivas teóricas desenvolvidas nas relações internacionais, com especial ênfase às contribuições da Análise de Política Externa (Foreign Policy Analysis). A partir do diálogo entre as dimensões internacional e doméstica, é esperado que ao final do curso os alunos sejam capazes de analisar o comportamento do Brasil no âmbito internacional em distintos momentos históricos a partir de instrumentos teórico/metodológicos presentes na literatura de relações internacionais. Do ponto de vista cronológico, abordaremos eventos relevantes da Operação Pan-Americana (1955-1960) e a Política Externa Independente (1961-1963) aos dias atuais, mobilizando os principais marcos conceituais presentes na literatura especializada.

O curso está voltado à formação básica dos alunos. A teoria dos jogos é uma ferramenta analítica poderosa e usada com frequência cada vez maior por cientistas sociais. O curso cobre uma lacuna.
O curso se propõe analisar o vocabulário republicano presente em algumas teorias desenvolvidas entre os séculos XVI e XVIII, com ênfase no conceito de liberdade. A partir do debate em torno da diferença conceitual entre autonomia, não-interferência e não-dominação, serão investigados, primeiro, dois modelos teóricos antigos (aristotélico e romano) e, em segundo lugar, o modelo maquiaveliano de república. Com base nisso, serão discutidos os elos de continuidade e os traços de ruptura que esses três possíveis paradigmas tenham com as teorias em questão, e até que ponto estas podem ser corretamente descritas nos termos da discussão contemporânea.
O objetivo é apresentar aos alunos os principais temas e conceitos da teoria política moderna. Trata-se de examinar as teses sobre as origens e os fundamentos do poder político, a gênese dos conceitos de contrato social, Estado e soberania (estatal e popular), a estrutura das concepções que anteciparam e expressaram o processo de construção do Estado nacional moderno. O curso está dividido em três partes: a primeira esquematiza o modo pelo qual Aristóteles pensou a política e a comunidade política, a segunda examina a inovação teórica efetivada pela obra de Maquiavel, e a terceira investiga como os pensadores jusnaturalistas e contratualistas (Hobbes, Locke, Rousseau) lançaram as bases de uma nova ciência para os novos tempos. Com vistas à formação de professores, o curso tem como objetivos específicos a) aprimorar competências e habilidades relacionadas à expressão em língua portuguesa por meio da realização de atividades de interpretação e análise de textos, imagens e vídeos, bem como de produção textual (verbal e escrita); b) explorar questões, conteúdos, materiais (textos de divulgação, filmes – documentários e ficções –, ensaios fotográficos, reportagens etc.) relacionados ao curso de forma a instrumentalizá-los na capacitação dos alunos como docentes c) estabelecer como rotina o acesso às tecnologias de informação e comunicação na interface do ensino-aprendizagem (por exemplo, uso da plataforma moodle, disponibilização de materiais em nuvem e a exposição de conteúdos com apoio de recursos multimídia.
O curso tem como objetivo capacitar o aluno a entender as transformações na política internacional contemporânea em dois planos. O primeiro (Parte I) trata de alguns dos principais processos contemporâneos globais: governança global, globalização, ordem e justiça internacional e a democracia no sistema internacional. O segundo plano (Parte II) discute a emergência de atores e movimentos políticos e sociais e transnacionais que motivam uma discussão sobre a possibilidade da existência de uma sociedade civil global, como as migrações internacionais, as redes transnacionais de movimentos sociais e a emergência de temáticas como direitos humanos e meio ambiente.
O curso tem como objetivo capacitar o aluno a entender as transformações na política internacional contemporânea em dois planos. O primeiro (Parte I) trata de alguns dos principais processos contemporâneos globais: governança global, globalização, ordem e justiça internacional e a democracia no sistema internacional. O segundo plano (Parte II) discute a emergência de atores e movimentos políticos e sociais e transnacionais que motivam uma discussão sobre a possibilidade da existência de uma sociedade civil global, como as migrações internacionais, as redes transnacionais de movimentos sociais e a emergência de temáticas como direitos humanos e meio ambiente.

O propósito do curso é apresentar um conjunto de textos e autores pertencentes à tradição da teoria política e do pensamento político e social ocidental, desde a antigüidade clássica grega (s. IV e V a. C.) até a primeira modernidade, que inclui o período da Reforma e o Renascimento (s. XVI).Pretende-se examinar esse leque de autores com base nas formulações teóricas e seus argumentos e conceitos mais relevantes, colocando especial ênfase naquelas perguntas fundamentais levantadas ao longo da rica trajetória desta tradição.Não se trata, contudo, de um curso dirigido a reproduzir uma mera sucessão cronológica de pensadores e questões, mas, pelo contrário, de promover uma leitura atualizada dos clássicos do pensamento e da teoria política e social, reconstruindo seus conceitos e perspectivas analíticas, e possibilitando, desse modo, a interpretação e apropriação de seu legado para pensar aspectos cruciais do mundo moderno e contemporâneo.Em especial, o curso considerará como eixo problemático central o estudo e a reflexão em torno à conceituação da política à luz das linguagens comunitária, ética e teológica nas quais aparece imersa e aos primeiros esforços de ruptura e demarcação de um âmbito político prático e teórico próprios.


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