Antropologia
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Pela consideração dos trânsitos entre antropologia e literatura, o curso visa fornecer um acesso novo às teorias e teóricos da disciplina, ensaiando uma reflexão sobre certos modos de fazer antropologia (práticas e perspectivas). Propõe ainda se deter sobre determinados contextos de surgimento da chamada antropologia moderna, examinando suas correlações com a literatura.
Possibilitar ao aluno de ciências sociais um aprofundamento de temas e conceitos em debate na antropologia contemporânea. Com vistas à formação profissional de professores, o curso tem como objetivos específicos: a) a realização de atividades de interpretação e análise de textos, imagens e vídeos, bem como de produção textual (verbal e escrita) e, consequentemente, o aprimoramento de competências e habilidades relacionadas à expressão em língua portuguesa; b) explorar questões, conteúdos, materiais (textos de divulgação, filmes – documentários e ficções –, ensaios fotográficos, reportagens etc.) relacionados ao curso de forma a instrumentalizá-los na capacitação dos alunos como docentes; c) estabelecer como rotina o acesso às tecnologias de informação e comunicação na interface do ensino-aprendizagem (por exemplo, uso da plataforma moodle, disponibilização de materiais em nuvem, a exposição de conteúdos com apoio de recursos multimídia, estimular a consulta e utilização do acervo filmográfico do Laboratório de Imagem e Som de Antropologia-LISA) etc.



Oferecer uma perspectiva antropológica de interpretação do processo de formação das religiões afro-brasileiras sublinhando seus diálogos com a cultura nacional em termos de comportamento, estilo de vida, produção simbólica e construção identitária.
Interessa nesta disciplina seguir, em parte, a pista aberta por Mauro Almeida no artigo Etnografia em tempos de guerra: contextos temporais e nacionais do objeto da antropologia a respeito da importância da guerra na produção de etnografias, mesmo quando esta se encontra pacificada, como é o caso do livro Os Nuer de Evans-Pritchard, no qual o autor menciona apenas brevemente na introdução que o cenário onde realizou seu trabalho de campo, então colônia britânica no Sudão, estava marcado por conflitos com o governo colonial. Além disso, as questões que alimentam esta proposta de curso seguem as provocativas reflexões de Jacklyn Cock em The Place of Gender in a Demilitarisation Agenda, no sentido de questionar e refletir sobre o lugar do militarismo na produção e na solução não somente de conflitos, mas igualmente da violência e da desigualdade social e de gênero. Cock realiza uma análise corajosa para o contexto sul-africano, uma vez que ao abordar gênero e militarização, traz à cena, em relativa posição de igualdade, a virilidade que informa a violência e o militarismo de Africânderes e Zulus. Através destas pistas espera-se colocar em perspectiva tanto as etnografias confinadas a um espaço-tempo unificado e isolado, marcado pelo apaziguamento dos conflitos e das violências coloniais, quanto àquelas que têm como foco uma região e/ou a nação, que levam a uma ampliação da unidade temporal. Assim, interessa tanto entender e situar as ações e a violência do racismo da ultradireita sul-africana, por exemplo, quanto compreender o sentido de “injustiça” operado por muitos dos nacionalistas e as relações entre Estados nacionais e sociedades locais e o surgimento das chamadas “guerras étnicas”.

Esta disciplina pretende oferecer leituras aprofundadas de obras completas voltadas para a antropologia urbana no Brasil, especialmente etnografias, tanto clássicas quanto contemporâneas

Possibilitar aos alunos ingressantes no curso de Ciências Sociais uma formação básica e introdutória em Antropologia Social, estabelecendo perspectivas para o aprofundamento de certos instrumentos conceituais, teóricos e metodológicos pertinentes à reflexão antropológica. Com vistas à formação profissional de professores, o curso tem como objetivos específicos a) a realização de atividades de interpretação e análise de textos, imagens e vídeos, bem como de produção textual (verbal e escrita) e, consequentemente, o aprimoramento de competências e habilidades relacionadas à expressão em língua portuguesa; b) explorar questões, conteúdos, materiais (textos de divulgação, filmes – documentários e ficções –, ensaios fotográficos, reportagens etc.) relacionados ao curso de forma a instrumentalizá-los na capacitação dos alunos como docente; c) estabelecer como rotina o acesso às tecnologias de informação e comunicação na interface do ensino-aprendizagem (por exemplo, uso da plataforma moodle, disponibilização de materiais em nuvem, a exposição de conteúdos com apoio de recursos multimídia, estimular a consulta e utilização do acervo filmográfico do Laboratório de Imagem e Som de Antropologia (LISA) etc.
Possibilitar aos alunos ingressantes no curso de Ciências Sociais uma formação básica e introdutória em Antropologia Social, estabelecendo perspectivas para o aprofundamento de certos instrumentos conceituais, teóricos e metodológicos pertinentes à reflexão antropológica. Com vistas à formação profissional de professores, o curso tem como objetivos específicos a) a realização de atividades de interpretação e análise de textos, imagens e vídeos, bem como de produção textual (verbal e escrita) e, consequentemente, o aprimoramento de competências e habilidades relacionadas à expressão em língua portuguesa; b) explorar questões, conteúdos, materiais (textos de divulgação, filmes – documentários e ficções –, ensaios fotográficos, reportagens etc.) relacionados ao curso de forma a instrumentalizá-los na capacitação dos alunos como docente; c) estabelecer como rotina o acesso às tecnologias de informação e comunicação na interface do ensino-aprendizagem (por exemplo, uso da plataforma moodle, disponibilização de materiais em nuvem, a exposição de conteúdos com apoio de recursos multimídia, estimular a consulta e utilização do acervo filmográfico do Laboratório de Imagem e Som de Antropologia (LISA) etc.
O curso gira em torno de algumas oposições conceituais que marcam a elaboração teórica na Antropologia (e nas ciências sociais ocidentais, de modo amplo), expressando questões e polêmicas recorrentes na disciplina, em torno de polaridades como cultura/natureza, sociedade/indivíduo, sistema/prática, estrutura/sujeito. Assume-se que a reflexão teórica recente na Antropologia – mesmo em vista da fragmentação de seu campo e da diversidade de sua linguagem conceitual – ainda traduz um esforço compartilhado de questionar e repensar aquelas dicotomias fundantes, bem como a pretensão de superá-las (também sob o risco de privilegiar unilateralmente um dos pólos e restaurar antinomias). Busca-se, então, apresentar e discutir alguns aportes derivados do debate contemporâneo na disciplina – concepções de socialidade, corporalidade, perspectivismo, híbridos, redes – por meio de algumas temáticas privilegiadas, tais como: gênero, família e parentesco; imagens da natureza e da sociedade; pensamento e prática científica; corporalidade e tecnologia; consumo e moralidade.

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