Programação

  • IMU 5014 - HISTÓRIA DOS PROCESSOS MUSEOLÓGICOS, COLEÇÕES E ACERVOS (2018)

    IMU 5014 - HISTÓRIA DOS PROCESSOS MUSEOLÓGICOS, COLEÇÕES E ACERVOS (2018)

    Professoras responsáveis: Ana Magalhães (MAC USP), Maria Isabel Landim (MZ USP) & Paulo Garcez (MP USP)

    Professores convidados: 

    Cecília Helena de Salles Oliveira (MP USP)

    Helouise Costa (MAC USP)

    Maria Margaret Lopes (UnB)



    PERÍODO: 10 semanas – primeiro semestre de 2018


    OBJETIVOS: 1) Apresentar as principais linhas teórico-metodológicas contemporâneas utilizadas na interpretação de processos museológicos (e suas implicações sociais, econômicas e políticas), bem como da formação de instituições museais, suas coleções e acervos; 2) Evidenciar o caráter interdisciplinar dos estudos voltados à temática da disciplina, observando eixos de convergência entre a Museologia e áreas afins; 3) Problematizar abordagens sobre as políticas de formação de coleções museológicas, sua história e natureza.


    JUSTIFICATIVA: A disciplina pretende oferecer referências teóricas e metodológicas fundamentais sobre o tema, tratando de modo articulado e atualizado as grandes questões que as instituições museológicas enfrentam  hoje e para o futuro, particularmente no tocante à contribuição dos museus universitários para a produção de conhecimentos nos vários campos do saber e para o debate em torno da formação e curadoria de patrimônios históricos, artísticos, arqueológicos, etnográficos e da biodiversidade.


    EMENTA: A disciplina pretende oferecer referências teóricas e metodológicas fundamentais sobre o tema, tratando de modo articulado e atualizado as grandes questões que as instituições museológicas enfrentam  hoje e para o futuro, particularmente no tocante à contribuição dos museus universitários para a produção de conhecimentos nos vários campos do saber e para o debate em torno da formação e curadoria de patrimônios históricos, artísticos, arqueológicos, etnográficos e da biodiversidade.


    FORMA DE AVALIAÇÃO: 

    Apresentação oral, em duplas, de seminário, estruturado segundo as instruções abaixo:

    i- ETAPA PREPARATÓRIA: Leitura dos textos indicados ao longo das aulas

    ii - Apresentação de um estudo de caso para, a partir dele, discutir as seguintes questões:


    1.A CURADORIA DE ACERVOS E SUA RELAÇÃO COM AS DISCIPLINAS ACADÊMICAS ABORDADAS (arte, história, biologia, ciências);


    2. CURADORIA DE ACERVOS E SEUS DESAFIOS NA CONTEMPORANEIDADE 


    OBSERVAÇÕES:

    - O estudo de caso deve abordar museu que não seja objeto de estudo dos membros da dupla em suas dissertações;
    - Fundamentar as escolhas e análise na bibliografia indicada ao longo do curso;
    - As referências trabalhadas na preparação do seminário devem ser listadas no último slide da apresentação;

    - A apresentação em PPT impressa deverá ser entregue no dia 21 de maio, como documento da avaliação;

    - As apresentações devem durar 30 minutos. 



  • AULA I - 5 DE MARÇO

    APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA DA DISCIPLINA

    Prof. Paulo Garcez e Profa. Maria Isabel Landim

    - programa da disciplina

    - módulos a serem tratados

    - professores convidados

    - forma de avaliação

    • MÓDULO 1 - COLEÇÕES, CURADORIA E PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO

      AULA 2  - 12 DE MARÇO 

      Museus de arte moderna e contemporânea e o papel do curador

      Profa. Ana Magalhães


      Nesta aula, analisaremos como se produz conhecimento dentro dos museus de arte, a partir de suas transformações ao longo do século XX. Para tanto, enfocaremos o papel do curador de arte na formação de acervos e coleções, bem como na sua relação com a história das exposições. Veremos ainda como essa dinâmica interveio diretamente nos processos museológicos e na arquitetura de museus de arte.


      Texto para leitura prévia:

      PREZIOSI, Donald. “Collecting/Museums” In: SHIFF, Richard & NELSON, Robert S. (orgs.). Critical Terms for Art History. Chicago/Londres: The University of Chicago Press, 1996, p. 281-291.


      Bibliografia complementar:

      BELTING, Hans & BUDDENSIEG, Andrea (orgs.). The Global Art World. Audiences, Markets, and Museums. Ostfildern: Hatje Cantz, 2009.

      BUDDENSIEG, Andrea; WEIBEL, Peter (orgs.). Contemporary Art and the Museum: A Global Perspective. Ostfildern: Hatje Cantz, 2007.

      CHIARELLI, Tadeu et alli (orgs.). Grupo de estudos de curadoria do Museu de Arte Moderna de São Paulo. São Paulo: Museu de Arte Moderna, 2008.

      CRIMP, Douglas. Sobre as ruínas do museu. São Paulo : Martins Fontes, 2005.

      FREIRE, Cristina Freire (org.). Walter Zanini escrituras críticas. São Paulo, Annablume, 2013.

      MAGALHÃES, Ana G. “O MAM e as origens do MAC USP” (cap. 1) In: Classicismo moderno. Margherita Sarfatti e a pintura italiana no acervo do MAC USP. São Paulo: Alameda Editorial, 2016, p. 23-57.

      OBRIST, Hans Ulrich. Caminhos da curadoria. Rio de Janeiro: Editora Cobogó, 2014.

      O’DOHERTY, Brian. No interior do cubo branco: a ideologia do espaço da arte. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

      PEDROSA, Mário, “Parece sobre o core da Cidade Universitária”, original datilografado datado de 14 de novembro de 1962, publicado pela Revista GAM, 1967 – republicado em Risco. Revista de Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo, São Carlos, no. 2/2003, pp. 67-73.

      RAND, Steven & KOURIS, Heather Kouris (orgs.). Cautionary Tales: Critical Curating. Nova York: Apexart, 2007.





    • MÓDULO 1 - COLEÇÕES, CURADORIA E PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO

      AULA 3 -  19 DE MARÇO 

      Museus de História: coleções, memória e produção de conhecimentos

      Profa. Cecília Helena de Salles Oliveira


      O objetivo da aula é propor alguns questionamentos sobre as nuançadas relações entre o papel dos museus de História na sociedade contemporânea, as demandas em torno de memórias e o processo de produção de conhecimentos no campo historiográfico. De que maneiras os museus de História auxiliam no aprofundamento do saber histórico? Em que medida coleções reunidas por instituições de longa tradição, a exemplo do Museu Histórico Nacional e do Museu Paulista, ajudam a problematizar temas formulados a partir dos procedimentos mobilizados pelos historiadores hoje? Como se situam os museus no âmbito das controvérsias entre História e Memória? Pretende-se, desse modo, contribuir com a formação acadêmica de pesquisadores e profissionais que, no dia-a-dia, enfrentam a complexidade dos espaços dos museus, instituições que alargam interrogações e conhecimentos, pondo em suspenso tradições históricas consagradas, mas simultaneamente atualizam coleções e memórias reunidas e herdadas por práticas preservacionistas seculares.


      Texto para leitura prévia:

      NORA, Pierre. Memória: da liberdade à tirania. Revista Musas, n. 4, 2009, p. 6-10 (disponível no site do IBRAM, Instituto Brasileiro de Museus, Ministério da Cultura).



      Bibliografia complementar:

      ASSMAN, Aleida. Espaços de recordação. Formas e transformações da memória cultural. Campinas: Ed. UNICAMP, 2011.

      BOSI, Ecléa. Memória e Sociedade. 2ª. ed. São Paulo: EDUSP, 1987. Capítulos 1 e 2.

      GAGNEBIN, Jeanne Marie. Sete aulas sobre linguagem, memória e história. Rio de Janeiro: Imago, 2005. Capítulo 1.

      HOBSBAWM, Eric e RANGER, T. (org). Invenção das tradições. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977. Introdução e Capítulo 7.

      HUYSSEN, Andrea. En busca del tiempo futuro. Disponível em: www.cholonautas.edu.pe/memória.

      PIRES, Francisco Murari. O Fardo e o Fio: na contramão da procissão historiográfica. História da Historiografia, Ouro Preto, n. 15, agosto/2014, p. 70-88. Disponível no site da revista (UFOP)

      POULOT, Dominique. Nação, museu, acervo. In: TOSTE, Vera, BITTENCOURT, J. et al. (org) História representada – o dilema dos museus. Rio de Janeiro: Museu Histórico Nacional, 2003.

      RICOUER, Paul. A memória, a história, o esquecimento. Campinas: Ed.UNICAMP, 2007.


      • MÓDULO 1 - COLEÇÕES, CURADORIA E PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO

        AULA 4 - 26 de MARÇO - AULA NO MAE

        Coleções de História Natural: políticas de aquisição e a produção de conhecimento em biodiversidade

        Profa. Maria Isabel Landim

        O objetivo da aula é indicar aspectos da cadeia curatorial dos museus de história natural vinculados à produção de conhecimento e suas transformações ao longo do tempo oferecendo uma perspectiva sobre os desafios destas instituições no Brasil e no mundo no século XXI.


        Leitura prévia*:

        MACGREGOR, Arthur. The Ashmolean as a museum of natural history, 1683 - 1860. J Hist Collections , 13 (2): 125-144, 2001.

        KEMP, Christopher. 2015. The endangered dead. Nature. v. 518, p. 292-294, 2015.

        *arquivos disponíveis no acervo de revistas eletrônicas do SIBI-USP

        Bibliografia complementar:

        ASHWORTH, William B., Jr. Emblematic natural history of the Renaissance. In: JARDINE N., SECORD, J.A.; SPARY, E. (ed.). Cultures of Natural History. Nova York: Cambridge Univ. Press, 1996.

        FINDLEN, Paula. Courting Nature. In: JARDINE N., SECORD, J.A.; SPARY, E. (ed.). Cultures of Natural History. Nova York: Cambridge Univ. Press, 1996.




        • MÓDULO 1 - COLEÇÕES, CURADORIA E PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO

          AULA 6 - 2 DE ABRIL 

          Museus de Ciências e Tecnologia / de indústria /ecomuseus / science centers e as abordagenes críticas das ciências e tecnologias

          Profa. Maria Margaret Lopes

          O objetivo dessa aula é apresentar um panorama da trajetória dos museus de ciências, tecnologia, indústria aos ecomuseus, science centers, museus de confluências, para discutir as perspectivas abertas para estudos das coleções e acervos como produtores de conhecimento crítico sobre as ciências e tecnologias contemporâneas.


          Leitura prévia:

          JACOMY, Bruno. Introdução: Instrumentos, máquinas e aparatos interativos de ciência e tecnologia exibidos nos museus. In: Valente, M. E, A. (org). Museus de Ciência e Tecnologia. Interpretações e ações dirigidas ao público. Rio de Janeiro: MAST (CIMUSET-ICOM), 2007. p.15-24.


          Bibliografia complementar:

          BENNETT, Jim. Museums and the History of Science. Practitioner’s Postscript. Isis. 2005, 96: 602 – 609. Disponível on line.

          DASTON, Lorraine. (ed.) Biographies of Scientific Objects. Chicago: Univ. of Chicago Press. 2000

          DELICADO, Ana. Microscópios, batas brancas e tubos de ensaio: Representações da ciência nas exposições científicas. Revista Crítica de Ciências Sociais, 83, Dezembro 2008: 79-98. Disponível em <http://rccs.revues.org/454>

          FRANCO-AVELLANEDA, Manuel. Ensamblar museus de ciências e tecnologias: compreensões educativas a partir de três estudos de caso. Tese (Doutorado em Educação Cientifica e Tecnológica) – UFSC, Florianópolis, 2013. Disponível on line.

          LOURENÇO, Marta; GESSNER, Samuel. Documenting Collections: Cornerstones for More History of Science in Museums. Sci & Educ, 2014, 23:727-745. Disponível on line. DOI 10.1007/s11191-012-9568-z.



          • MÓDULO 2 - ARQUITETURA DE MUSEUS E EXPOSIÇÕES: NOVAS PERSPECTIVAS

            AULA 5 - 9 DE ABRIL - aula no Museu de Zoologia da USP (Av. Nazaré, 481-Ipiranga)


            Exposições em Museus de História Natural: desafios da comunicação museológica

            Profa. Maria Isabel Landim

            O objetivo da aula é apresentar os desafios dos museus de história natural na comunicação da ciência por meio de suas coleções. Usando exemplos de exposições em museus de história natural em diferentes países e momentos da história apontaremos alguns desafios para o século XXI.


            Bibliografia:

            VAN PREÄT, Michel ; DEMARET, Hélène ; DROUIN, Jean-Marc. L'esprit du lieu, un concept muséologique. In: EIDELMAN, Jacqueline; VAN PRAËT, Michel (org.). La muséologie des sciences e ses publics: regards croisés sur la Grande Galerie de l'évolution du Muséum national d'histoire naturelle. Paris: PUF. 2000. pp 15-29.



          • MÓDULO 3 - MUSEUS E IDENTIDADES

            AULA 7 - 16 DE ABRIL

            A alteridade em exibição em museus de arte: do moderno ao contemporâneo

            Helouise Costa


            A expansão colonialista do século XIX encontrou na fotografia e no museu grandes aliados. Esta aula irá tratar da representação do Outro em diferentes veículos e instituições. Primeiramente serão analisados a exploração da imagem do Outro pela fotografia, o fenômeno da exibição de seres humanos nas exposições universais e a apreensão estética dos objetos etnográficos pelo museu, discutindo em particular o projeto do Musée du Quai Branly, inaugurado em Paris em 2006. Na segunda parte da aula serão abordadas as relações dos artistas modernos com a cultura não ocidental. Por fim, será apresentado um panorama das exposições que buscaram problematizar a questão da alteridade na arte ao longo do século XX, tendo como contrapontos paradigmáticos as mostras Primitivism in in 20th Century Art: Affinity of Tribal and the Modern (MoMA, 1984) e Les Magiciens de la Terre (Centre George Pompidou,1989).



            Bibliografia:


            COSTA, Helouise. A fotorreportagem como projeto etnocida: o caso da índia Diacuí. In: CURY, Marília Xavier. Direitos indígenas no museu. Novos procedimentos para uma nova política: a gestão de acervos em discussão. São Paulo: Secretaria da Cultura; Museu de Arqueologia e Etnologia-USP, 2016, pp.135-145.

            Para acessar o e-book, use o link abaixo:


            http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/116


            GOLDSTEIN, Ilana. Reflexões sobre a arte « primitiva » : o caso do Musée Branly. Horiz.
Antropol.[online].
2008,
vol.14,
n.29,
pp.
279-314.


            http://www.scielo.br/pdf/ha/v14n29/a12v14n29.pdf



            GILL, Perry. “O primitivismo e o moderno”. In: HARRISON, C.; FRANSCINA F.; PERRY, G. Primitivismo, Cubismo, Abstração. São Paulo: CosacNaify, 1998, pp.3-83.


            McEVILLEY, Thomas. Abertura da cilada: a exposição pós-moderna e Magiciens de la Terre. Artes & Ensaios, Rio de Janeiro, n.13, ano XIII, pp.176-183, 2006. Revista do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais EBA-UFRJ.


            http://www.ppgav.eba.ufrj.br/wp-content/uploads/2012/01/ae13_Thomas_McEvilley.pdf



            Murrell, Denise. “African Influences in Modern Art”. In Heilbrunn Timeline of Art History. New York: The Metropolitan Museum of Art, 2000–.


            http://www.metmuseum.org/toah/hd/aima/hd_aima.htm (April 2008).


            SHOHAT, Ella e STAM, Robert. “Do eurocentrismo ao policentrismo”. In: Crítica da imagem eurocêntrica. Multiculturalismo e representação. São Paulo: CosacNaify, 2006, pp. 37-88.


            • MÓDULO 2 - ARQUITETURA DE MUSEUS E EXPOSIÇÕES: NOVAS PERSPECTIVAS

              AULA 8 - 23 DE ABRIL 

              Museus, espetacularização da arquitetura e requalificação urbana –

              Prof. Paulo Garcez Marins

              Aborda o processo de intensificação de abertura de novos museus a partir da década de 1970, marcados tanto pela espetacularização progressiva de suas formas arquitetônicas quanto pela intenção de constituírem alavancadores de situações urbanas deprimidas. Problematiza os impactos para populações envolventes, bem como para o aproveitamento curatorial desses espaços museológicos.


              Leituras prévias:

              BANIOTOPOULOU, Evdoxia. Art for Whose Sake? Modern Art Museums and their Role in Transforming Societies: The Case of the Guggenheim Bilbao, Journal of Conservation and Museum Studies 7:1-5, nov. 2001.Disponível em: http://dx.doi.org/10.5334/jcms.7011 ou http://www.jcms-journal.com/article/view/jcms.7011/19

              HYSLOP, Donald. Culture, regeneration and community: Reinventing the city. Gateways: International Journal of Community Research and Engagement, v. 5, 2012.
              Disponível em: http://epress.lib.uts.edu.au/journals/index.php/ijcre/article/view/2244

              PIO, Leopoldo; Cultura, patrimônio e museu no Porto Maravilha. In: Revista Intratextos, 2013, v. 4, n.1, p. 8-26. 

              Disponìvel em: DOI: 10.12957/intratextos.2013.8565


              • MÓDULO 3 - MUSEUS E IDENTIDADES

                AULA 9 - 14 DE MAIO 

                Políticas de aquisição e diálogos historiográficos em museus de História

                prof. Paulo Garcez Marins

                Discute o relacionamento entre novas perspectivas historiográficas (com a revisão de temas, sujeitos históricos, etnicidades, gêneros, etc.), especialmente a partir da década de 1980, em práticas de curadoria, envolvendo especialmente políticas de aquisição, documentação de acervos e concepções de exposições.


                Leituras prévias:

                CARVALHO, Vânia Carneiro de. Cultura material, espaço doméstico e musealização. Varia História, vol.27, n.46, p. 443-469, 2011. 

                Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-87752011000200003&lng=pt&nrm=iso
                CARVALHO, Vânia Carneiro de;  LIMA, Solange Ferraz de. Fotografia no Museu: o projeto de curadoria da coleção Militão Augusto de Azevedo. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, vol.5, n.1, pp. 205-245, 1997.
                Disponível em: 
                http://www.scielo.br/pdf/anaismp/v5n1/07.pdf.

                DI LISCIA, María Silvia; BOHOSLAVSKY, Ernesto;  OLEAGA, Marisa González de. Del centenario al bicentenario. Memorias (y desmemorias) en el Museo Histórico Nacional. Contra-Corriente, v. 7, n. 3, 2010.

                Disponível em: 

                http://acontracorriente.chass.ncsu.edu/index.php/acontracorriente/article/view/528/824


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